Premonições e deja vu

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Premonições e deja vu

Mensagem por Sailor Moon em Seg Set 17, 2012 7:56 pm

Olá pessoal decidi abrir este tópico com base nas conversas que têm surgido ultimamente nomeadamente nos tópicos de "vidas passadas" e "geneologia". Antes de o abrir estive a ler alguns tópicos do forúm a ver se já tinham tratado o tema e, apesar de alguns se aproximarem bastante, creio que ainda não existe nenhum assim "directo".

Queria saber as vossas experiências sobre este assunto. Se já tiveram ou costumam ter alguma premonição ou aquela sensação de deja vu? O que acham que significa? Eu vou contar a minha experiência neste campo, que durante muitos anos foi algo que guardei a sete chaves para mim e só quando tive confiança suficiente com alguns membros do grupo é que me expus um pouco. No entanto quero saber se vocês também têm cenas do genero e como se sentem em relação a isso.

Desde criança que me acontecia uma coisa engraçada, pensava numa coisa que pouco depois acontecia. Geralmente eram coisas vulgares, sem grande importância. Com a minha irmã acontecia o mesmo e às vezes chagavamos a competir sobre quem "adivinhava" mais. Houve uma vez que estavamos a duas à porta de um café que a minha familia costumava frequentar. Nós estavamos só as duas sentadas na esplana a ver quem passava. Eu devia ter uns 12 anos e a minha irmã uns 17. Chegou uma rapariga de carro que estancionou perto de nós, e quando passou pela minha irmã mandou-lhe um olhar venenoso, (acho que elas se conheciam de vista do liceu), entretanto começou a chegar mais pessoal à esplanada. Quando a dita rapariga saiu do café e se dirigiu ao carro com uma mania do caraças, do género "eu conduzo e tu não" eu pensei "era tão bem feito que o carro agora não pegasse, ias passar vergonha em frente desta gente toda e abaixavas a crista". A verdade é que o carro não pegou, nem tão pouco dava arraque. O pior é que tava uma oficina em frente e veio alguém ver o que se passava e ninguém entendia porque o carro não tinha pegava. Eu fiquei muito assustada porque pensei que tinha sido eu a desejar aquilo e por isso aconteceu. Quando fomos embora do café, olhamos para tras no carro da minha mãe e... o carro da rapariga tinha pegado :dunnolol: . O mais estranho foi que a minha irmã volta-se para mim e diz. "Sabes uma coisa? Antes de ela entrar no carro eu pensei que o carro não ia pegar". Deviam ver o meu espanto "eu também!!!". Enfim fartamo-nos de rir depois com isso.

Mas eu ficava sempre na dúvida, será que eu tinha sentido que aquilo ia acontecer, ou aquilo aconteceu porque eu de alguma forma o desejei. Chegou a um ponto assustador, e comecei a bloquear este tipo de situações. Foi numa vez que fui ter com os meus tios à praia, para passar 4 dias. Tinha 14 anos na altura, não sei o que aconteceu mas os meus radares deviam estar na máxima força. Em 4 dias aconteceram-me 3 situações do genero. Uma foi quando tava num café a tomar o pequeno almoço com os meus tios, estava imensa gente no café e a rapariga que servia às mesas mal conseguia passar por entre os clientes. Quando ela foi servir uma mesa trazia um galão na bandeja e eu pensei "se ela entorna aquilo vai ser leite por todo o lado", não passou 2 segundos e o galão entronado em cima da mesa, não sei de onde saiu tanto leite, era leite pelo chão, pelas cadeiras, pela mesa, por cima das clientes,... enfim. Outra situação foi de manhã cedo, os meus tios gostavam de ir para a praia muito cedo e eramos quase sempre os primeiros a chegar. Quando iamos pelo paradão (tavamos na nazaré para quem conhece) passamos por 2 homem que vinham na direcção oposta. Vinham ao lado um do outro e nem vinham a falar, mas algo na postura deles me dizia que havia ali muita tensão, e eu pensei "se um deles puxa a mão a cima e dá um soco no outro, não tá aqui para ver a não sermos nós", demos dois passos a mais depois de passarmos pelos homens e quando me volto só vejo um a dar um soco no outro e o outro a cair desampado no chão, bateu com o pescoço mesmo no degrau do paradão e desmaiou, pouco depois foi uma gritaria desenfreada, claro que o primeiro já tinha dado à sola. Fiquei muito assustada. A terceira foi a pior e aconteceu quando tava na praia. Para quem conhece a Nazaré sabe que tem aquelas fileiras de barracas de pano que o pessoal costuma alugar. Nós tavamos numa dessas barracas, lembro-me de estar sentada encostada ao pau da barraca e vinha uma familia que ia alugar a barraca da frente. Com a familia vinha uma senhora idosa, talvez na casa dos 60 e tal, 70 anos. Não era a pessoa mais idosa que já tinha visto, mas tudo nela me lembrava morte, lembro-me de pensar "Esta senhora já é velha, qual será a sensação de sentir a morte a aproximar-se?" Duas horas depois a senhora estava a brincar com neta bebé, desmaia para cima da neta e nunca mais acordou. Chamaram a ambulância, mas passado pouco tempo veio o filho ter com a familia a informar que a mãe tinha morrido. Ai foi a gota de água. Fiquei em pânico. Será que tinha sido eu a desejar a morte à senhora? Só descansei um pouco mais porque o filho entre lagrimas ia contando às pessoas em volta que naquela manhã a mãe tinha-lhe pedido para a levar à Nazaré que ela queria ir lá uma ultima vez antes de morrer. Acho que a propria senhora sentiu a morte a aproximar-se.

Com isto comecei a bloquear estas sensações. Deixou de ter piada e até tinha medo de olhar para as pessoas e "ver" mais morte. Até que anos mais tarde aconteceu algo de bom. Eu conhecia o meu marido (que na altura não era meu marido, mas um mero desconhecido) de vista. Ele era daquelas pessoas que eu não gostava, daquelas pessoas que nós não conhecemos mas que por algum motivo não vamos com a cara delas. Eu sabia porque não ia com a cara dele. Primeiro achava-o muito convencido e tinha uma fama terrivel de playboy. Fama essa que ele adorava (pelo menos assim parecia). Quando eu andava no 11º costumava entrar à 1:30 e apanhvaa o bus da 1h, era quando ele passava por mim sempre a fundo no carro dele. Sério eu detestava-o tanto, aquela mania, conduzia meio deitado, sempre a fundo, sem ter respeito por ninguém. Mas algo no fundo que me dizia "Um dia vais andar naquele carro". Eu ficava com tanta raiva de mim mesma, chamava-me parva inumeras vezes e porque é que eu pensava aquilo? eu nem gostava dele e sabia que ele apenas usava as raparigas e depois jogava-as fora (pelo menos era isso que eu pensava), eu só podia querer ser mais uma. Passado um ano, e tendo sempre esta sensação quando ele passava por mim, fomos formalmente apresentados num bar, mas eu não lhe passei muito cartão, simplesmente não ia à bola com ele. Ele a partir dai sempre que me via cumprimentava-me e numa noite de bebida acabamos por curtir. Por sorte ou azar o carro dele tinha avariado e ele andava com o carro do patrão (apenas algo me dizia que ia voltar a vê-lo, ia andar no carro dele) e a verdade foi que eu nunca esperei que passasse dessa noite, mas ele nunca mais me deixou, telefonou-me no dia seguinte e queria sair comigo novamente. Saimos algumas vezes até que o carro dele ficou pronto, foi num dia que ele passou por mim por acaso e me deu boleia. Quando entrei no carro nem consigo explicar a sensação que tive, foi algo do género "e o destino cumpriu-se!" No entanto depois disso acho que nunca mais tive sensações tão fortes do genero. Acho que foi por o ter bloqueado e só quando algo muito forte surge que sinto alguma coisa.

Os deja vus tenho com alguma frequência, quase que já nem lhes dou importância. É impossivel ser cenas de vidas passadas porque há situações em lugares e com pessoas, naquela exacta posição que só podiam ter acontecido naquele momento, mas a sensação que já vi aquilo não me larga. Houve uma altura que tinha imensos e cheguei a pensar que isso era porque eu estava a seguir o caminho que devia seguir. No entanto desde que tou em Londres que as coisas mudaram. A primeira vez que vi Londres senti que era-me tudo familiar. Que simplesmente conhecia a cidade, mas com o tempo deixei de ter deja vus e isso deixa-me a pensar 2Será que deveria estar aqui?" Ou deixei de os ter porque foi também quando comecei a desenvolver mais a minha espiritualidade, recebendo "sinais" de outra forma? Mas isso não é contraditório? Não deveria ter mais deja vus porque me sinto mais "desenvolvida". Não sei se as coisas estão relacionadas ou não, mas sinto-me um pouco assim.

Pessoal desculpem o testamento. Digam agora de vossa justiça!!!
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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por Devin Amitosh em Seg Set 17, 2012 11:27 pm

Queres uma história que me arrepiou?

Há uns tempos atrás eu era completamente viciada num anime chamado Higurashi No Naku Koro Ni (quando as cigarras choram). Basicamente as personagens eloqueciam, matavam-se umas às outras e renasciam, e, dependendo do mundo em que renasciam, o primeiro a elouquecer não era o mesmo.

Eu lembro-me de pensar: e se de repente as pessoas começassem a agir assim?

Uns dias depois, leio uma notícia no jornal sobre um homem que matou uma mulher com um taco de basebol (e essa é a primeira (ou das primeiras) morte que acontece no anime).

Já podes calcular o susto que eu apanhei
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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por SuM&MdeJ em Ter Set 18, 2012 7:49 am

Premonições tenho tido tantas, mas (felizmente) a grande maioria de coisas completamente corriqueiras ou muito boas. Das coisas muito boas, acordar de noite para dizer ao marido: "O H. (filho de uma amiga) já nasceu." para acordar de manhã com a mensagem da praxe a confirmar isso mesmo; ou do nada "Eh, a M. está grávida!" para lhe telefonar e saber que ela acabou de saber...

As coisas corriqueiras então são mais que muitas, o que não deixo de achar estranho porque não têm nada que ver com nada. Por exemplo, saber que vou encontrar um conhecido que não vejo há muito tempo antes de virar uma esquina; saber quem me está a telefonar antes de atender (quando é um telefonema completamente inesperado e para casa num telefone sem visor, entenda-se Wink ); preparar mentalmente um roteiro para explicar ao turista que sei que vai chegar dentro de momentos a perguntar-mo... Enfim, coisas completamente "Mas que raio???!!!".

Das menos boas também já tive, como dois amigos diferentes (em dias diferentes) que nunca mais chegavam. "Informei" logo o pessoal que um tinha tido um acidente de mota e o outro de carro. Quando se confirmou, também fiquei bastante assustada, embora não tanto como os meus amigos porque, de algum modo, também "sabia" que não tinha tido nada a ver com isso. Apenas sabia que tinha acontecido. (Ah, e tanto um como o outro ficaram bem.)


Hmmm, editei a partir de aqui, porque reparei que, tirando os exemplos do meio (os mais "inúteis", portanto), os outros não são exactamente premonições. Só coisas que já aconteceram e que eu sei de forma estranha.
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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por Morrigan em Ter Set 18, 2012 9:49 am

A minha mãe é mais de premonições do que eu, tanto para o bem como para o mal. E eu já aprendi a confiar totalmente nela. Eu não sou tanto de premonições, tenho mais outra vertente. "Sinto" o que está perdido, sejam objectos, pessoas, etc... É como se sentisse um rastro qualquer que sigo. Sinto também como é uma pessoa sem falar com ela e até agora somente uma pessoa falhou, também porque ela escondia o querealmente era de todos. Depois também tenho as minhas "praguinhas"... Laughing Quando conheço uma pessoa relativamente bem e desejo que algo aconteça, geralmente acontece. Mas é como tu Sailor, o desejo sai me do pensamento sem eu poder travar e quando vejo, já se realizou. Infelizmente, tenho uma tendência para ser assim algo meio diabrura ou assim... Laughing

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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por Convidad em Ter Set 18, 2012 2:42 pm

Sailor Moon escreveu:Olá pessoal decidi abrir este tópico com base nas conversas que têm surgido ultimamente nomeadamente nos tópicos de "vidas passadas" e "geneologia". Antes de o abrir estive a ler alguns tópicos do forúm a ver se já tinham tratado o tema e, apesar de alguns se aproximarem bastante, creio que ainda não existe nenhum assim "directo".

Queria saber as vossas experiências sobre este assunto. Se já tiveram ou costumam ter alguma premonição ou aquela sensação de deja vu? O que acham que significa? Eu vou contar a minha experiência neste campo, que durante muitos anos foi algo que guardei a sete chaves para mim e só quando tive confiança suficiente com alguns membros do grupo é que me expus um pouco. No entanto quero saber se vocês também têm cenas do genero e como se sentem em relação a isso.

Desde criança que me acontecia uma coisa engraçada, pensava numa coisa que pouco depois acontecia. Geralmente eram coisas vulgares, sem grande importância. Com a minha irmã acontecia o mesmo e às vezes chagavamos a competir sobre quem "adivinhava" mais. Houve uma vez que estavamos a duas à porta de um café que a minha familia costumava frequentar. Nós estavamos só as duas sentadas na esplana a ver quem passava. Eu devia ter uns 12 anos e a minha irmã uns 17. Chegou uma rapariga de carro que estancionou perto de nós, e quando passou pela minha irmã mandou-lhe um olhar venenoso, (acho que elas se conheciam de vista do liceu), entretanto começou a chegar mais pessoal à esplanada. Quando a dita rapariga saiu do café e se dirigiu ao carro com uma mania do caraças, do género "eu conduzo e tu não" eu pensei "era tão bem feito que o carro agora não pegasse, ias passar vergonha em frente desta gente toda e abaixavas a crista". A verdade é que o carro não pegou, nem tão pouco dava arraque. O pior é que tava uma oficina em frente e veio alguém ver o que se passava e ninguém entendia porque o carro não tinha pegava. Eu fiquei muito assustada porque pensei que tinha sido eu a desejar aquilo e por isso aconteceu. Quando fomos embora do café, olhamos para tras no carro da minha mãe e... o carro da rapariga tinha pegado :dunnolol: . O mais estranho foi que a minha irmã volta-se para mim e diz. "Sabes uma coisa? Antes de ela entrar no carro eu pensei que o carro não ia pegar". Deviam ver o meu espanto "eu também!!!". Enfim fartamo-nos de rir depois com isso.

Mas eu ficava sempre na dúvida, será que eu tinha sentido que aquilo ia acontecer, ou aquilo aconteceu porque eu de alguma forma o desejei. Chegou a um ponto assustador, e comecei a bloquear este tipo de situações. Foi numa vez que fui ter com os meus tios à praia, para passar 4 dias. Tinha 14 anos na altura, não sei o que aconteceu mas os meus radares deviam estar na máxima força. Em 4 dias aconteceram-me 3 situações do genero. Uma foi quando tava num café a tomar o pequeno almoço com os meus tios, estava imensa gente no café e a rapariga que servia às mesas mal conseguia passar por entre os clientes. Quando ela foi servir uma mesa trazia um galão na bandeja e eu pensei "se ela entorna aquilo vai ser leite por todo o lado", não passou 2 segundos e o galão entronado em cima da mesa, não sei de onde saiu tanto leite, era leite pelo chão, pelas cadeiras, pela mesa, por cima das clientes,... enfim. Outra situação foi de manhã cedo, os meus tios gostavam de ir para a praia muito cedo e eramos quase sempre os primeiros a chegar. Quando iamos pelo paradão (tavamos na nazaré para quem conhece) passamos por 2 homem que vinham na direcção oposta. Vinham ao lado um do outro e nem vinham a falar, mas algo na postura deles me dizia que havia ali muita tensão, e eu pensei "se um deles puxa a mão a cima e dá um soco no outro, não tá aqui para ver a não sermos nós", demos dois passos a mais depois de passarmos pelos homens e quando me volto só vejo um a dar um soco no outro e o outro a cair desampado no chão, bateu com o pescoço mesmo no degrau do paradão e desmaiou, pouco depois foi uma gritaria desenfreada, claro que o primeiro já tinha dado à sola. Fiquei muito assustada. A terceira foi a pior e aconteceu quando tava na praia. Para quem conhece a Nazaré sabe que tem aquelas fileiras de barracas de pano que o pessoal costuma alugar. Nós tavamos numa dessas barracas, lembro-me de estar sentada encostada ao pau da barraca e vinha uma familia que ia alugar a barraca da frente. Com a familia vinha uma senhora idosa, talvez na casa dos 60 e tal, 70 anos. Não era a pessoa mais idosa que já tinha visto, mas tudo nela me lembrava morte, lembro-me de pensar "Esta senhora já é velha, qual será a sensação de sentir a morte a aproximar-se?" Duas horas depois a senhora estava a brincar com neta bebé, desmaia para cima da neta e nunca mais acordou. Chamaram a ambulância, mas passado pouco tempo veio o filho ter com a familia a informar que a mãe tinha morrido. Ai foi a gota de água. Fiquei em pânico. Será que tinha sido eu a desejar a morte à senhora? Só descansei um pouco mais porque o filho entre lagrimas ia contando às pessoas em volta que naquela manhã a mãe tinha-lhe pedido para a levar à Nazaré que ela queria ir lá uma ultima vez antes de morrer. Acho que a propria senhora sentiu a morte a aproximar-se.

Com isto comecei a bloquear estas sensações. Deixou de ter piada e até tinha medo de olhar para as pessoas e "ver" mais morte. Até que anos mais tarde aconteceu algo de bom. Eu conhecia o meu marido (que na altura não era meu marido, mas um mero desconhecido) de vista. Ele era daquelas pessoas que eu não gostava, daquelas pessoas que nós não conhecemos mas que por algum motivo não vamos com a cara delas. Eu sabia porque não ia com a cara dele. Primeiro achava-o muito convencido e tinha uma fama terrivel de playboy. Fama essa que ele adorava (pelo menos assim parecia). Quando eu andava no 11º costumava entrar à 1:30 e apanhvaa o bus da 1h, era quando ele passava por mim sempre a fundo no carro dele. Sério eu detestava-o tanto, aquela mania, conduzia meio deitado, sempre a fundo, sem ter respeito por ninguém. Mas algo no fundo que me dizia "Um dia vais andar naquele carro". Eu ficava com tanta raiva de mim mesma, chamava-me parva inumeras vezes e porque é que eu pensava aquilo? eu nem gostava dele e sabia que ele apenas usava as raparigas e depois jogava-as fora (pelo menos era isso que eu pensava), eu só podia querer ser mais uma. Passado um ano, e tendo sempre esta sensação quando ele passava por mim, fomos formalmente apresentados num bar, mas eu não lhe passei muito cartão, simplesmente não ia à bola com ele. Ele a partir dai sempre que me via cumprimentava-me e numa noite de bebida acabamos por curtir. Por sorte ou azar o carro dele tinha avariado e ele andava com o carro do patrão (apenas algo me dizia que ia voltar a vê-lo, ia andar no carro dele) e a verdade foi que eu nunca esperei que passasse dessa noite, mas ele nunca mais me deixou, telefonou-me no dia seguinte e queria sair comigo novamente. Saimos algumas vezes até que o carro dele ficou pronto, foi num dia que ele passou por mim por acaso e me deu boleia. Quando entrei no carro nem consigo explicar a sensação que tive, foi algo do género "e o destino cumpriu-se!" No entanto depois disso acho que nunca mais tive sensações tão fortes do genero. Acho que foi por o ter bloqueado e só quando algo muito forte surge que sinto alguma coisa.

Os deja vus tenho com alguma frequência, quase que já nem lhes dou importância. É impossivel ser cenas de vidas passadas porque há situações em lugares e com pessoas, naquela exacta posição que só podiam ter acontecido naquele momento, mas a sensação que já vi aquilo não me larga. Houve uma altura que tinha imensos e cheguei a pensar que isso era porque eu estava a seguir o caminho que devia seguir. No entanto desde que tou em Londres que as coisas mudaram. A primeira vez que vi Londres senti que era-me tudo familiar. Que simplesmente conhecia a cidade, mas com o tempo deixei de ter deja vus e isso deixa-me a pensar 2Será que deveria estar aqui?" Ou deixei de os ter porque foi também quando comecei a desenvolver mais a minha espiritualidade, recebendo "sinais" de outra forma? Mas isso não é contraditório? Não deveria ter mais deja vus porque me sinto mais "desenvolvida". Não sei se as coisas estão relacionadas ou não, mas sinto-me um pouco assim.

Pessoal desculpem o testamento. Digam agora de vossa justiça!!!

Sailor! És exactamente como eu!!! Shocked

Quer dizer, eu não tenho dejá vus e quando os tenho, n dou muita importância porque pode ter sido resultado de uma recordação semelhante à situação presente, nisso sou lógica e nunca dei muita importância aos dejá vus.
Mas... fantástico o teu pensamento, penso de igual forma. Será premonição ou será vindo de nós?
Havia um senhor (que já faleceu) que diz que o pensamento e as palavras têm uma força descomunal na vida de outros.
Não quer dizer que desejes mal a alguém, mas de uma certa forma, poderás ter uma forte influência sobre a vida de outras pessoas, talvez um tipo de matéria ou fluido ou energia meio espiritual que exerce influência sobre situações da vida? xD

O meu pai sempre foi ligado a peixinhos de aquário, quando era adolescente discutia muito com ele. Ele tinha comprado 3 ou 4 peixinhos novos, na discussão eu disse-lhe que os peixinhos deviam de morrer todos. Eles morreram passado uma hora. Eu fiquei muito triste, nunca desejei mal a ninguém, mas de uma forma, até hoje me sinto culpada, apesar de não saber o que se passou. Afinal... Qual a probabilidade de morrerem todos... depois de ter dito aquilo...

Uma outra situação foi com o meu ex namorado... ele estava a discutir cmg por telefone, já foi à alguns anos, tinha-me traido com uma miuda de 13 anos -_-' eu disse-lhe "morre" ao telefone e ele começou a tossir sangue, segundo o que ele me disse.

Uma situação que me deixou aterrorizada foi num samhain... com o meu actual namorado.. estavamos no carro e eu perguntei-lhe sem pensar se o carro alguma vez tinha avariado ou ficado pelo caminho. Ele estranhamente disse cala-te loool porque num inicio de namoro, o namorado nunca diz cala-te pa namorada, se n leva no focinho, né? xD e o carro se me para no meio da estrada, avaria. Quando o carro avaria no meio da estrada (quase em frente ao braga parque), ele diz-me que o carro era assombrado looooool que ja tinha levado com defumações e essas coisas e que tinha passado, que ele avariava em frente a igrejas e assim. Por isso é que me mandou calar loool e eu disse a brincar "sai daqui espirito!" e nesse momento quando eu disse, tivemos um acidente. Não me perguntem como, estavamos no meio da estrada, não sei como o carro não nos viu, ele disse que a filhota dele o distraiu e bateu no carro. A parte de trás ficou toda destruida, magoei-me só um pouco por sorte, o meu namorado ficou bem.
Outra situação, aconteceu parecida, foi no Bom Jesus, naquela descida muito conhecida, em que toda a gente vai para lá porque acha engraçado ver um carro a subir numa descida. Eu disse ao meu namorado a brincar "esta merda ou é electromagnetismo ou espiritos malignos xD era agora o carro avariar aqui tb!" e o raio do carro se me avaria na subida, dito e feito. xD

E falando em coisas pagãs e wicca, houve um dia em que a minha irmã estava a discutir com o namorado. O namorado estava a gritar tanto com a minha irmã e deixou-me furiosa, só que como não me podia meter, invoquei os elementos "fogo, terra, água e ar" faz esta merda de discussão parar LOOOOOOL (ok eu não rimei, estava a brincar) mas invoquei os elementos e a luz foi abaixo e voltou a ligar.

Agora sailor, digo-te, serei um demónio? Eu nunca desejei mal a alguém, fui acolhida por um centro mediúnico todo apalhaçado, toda a gente me admirava porque eu desenvolvi mediunicamente e adivinhava nomes de familiares que morreram, como se sentiam, as situações, entrava num transe qualquer.
Os centros espíritas quando eu entro, todos eles dizem sem me conhecerem "tu vens trabalhar cá".
Bem a minha numerologia é o 5 que representa a liberdade, vou o caralho looool dizem que tenho que ir, que não há outra alternativa, fazem de mim como se eu estivesse constantemente sobre influência de espíritos.
Eu sou eu. Mudo de humor, choro excessivamente, sou muito ligada ao passado, sou assustadora às vezes e dou berros valentes. Mas uma religião ou doutrina, deviam de nos fazer sentir o contrário, não? Amarmo-nos?
Houve um homem que me abanou toda a dizer que tinha um espírito em mim que não queria sair de mim, que n era eu, era um espírito. -_-'

Por isso... uma teoria que existe, é que tens influência espiritual... -_- outra é que porvém de ti, tens um fluido muito forte, uma energia muito forte, uma outra, é que existe destino e tu tens a capacidade de saber o destino de certas situações.

Eu aprendi a bloquear todas essas sensações, quanto mais as tinha, mais me sentia infeliz e como sou uma pessoa que se impressiona imenso e se influencia facilmente por esse tipo de assuntos, prefiro me afastar. Eu prefiro ser uma curandeira com plantinhas, isolada nas árvores, vivendo de forma simples, com uma hortinha e um casal de patos.
E olha, que se realmente se realiza tudo o que pensas, mesmo para o mal, imagina o poder que tens para concretizar o bem. Acho que tás no sítio ideal, pessoas assim, são surpreendentes na magia wiccana, não? Wink

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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por Sailor Moon em Ter Set 18, 2012 6:22 pm

LOLOLOL!!! Realmente existe com cada cena mais bizarra!!!

Eu prefiro acreditar que pressinto o que vai acontecer do que ser eu a desejar que aquilo aconteça e depois acontece (principalmente depois da morte da senhora). Mas sei que existem as duas vertentes. Em reiki aprendemos que existem vários sentido para além dos 5 sentidos conhecidos, como a telepatia ou a capacidade da atracção. A atracção é algo que funciona de forma nem sempre agradável porque podemos atrair algo para nós que não seria suposto, mas mais tarde temos sempre que respor e por vezes o desequilibrio que criamos é maior e temos que repor em maior quantidade.

Por isso é que o mais fácil é mesmo bloquear algumas coisas, quando não nos sentimos confortaveis com isso nem percebemos o que podemos estar a criar. Mas por outro lado acho que nunca é saudavel bloquearmos este tipo de dons (à falta de palavra melhor).

Em relação à tua última frase Irina, acredito que tenha grande propenção para a magia, mas não é algo que me atrai muito. Digo isto porque o único feitiço que realizei teve um efeito superior ao esperado e com várias ramificações, como se abrisse uma porta na minha sensibilidade. Mas prefiro os exercício de hoponopono que para além de me trazerem muita calma tenho tido realmente grandes resultados. Já agora por curiosidade costumo sempre fazer hoponopono na lua cheia como apelo à paz, já que os membros da OBOD costumam-se reunir nessas alturas e fazer uma meditação pela paz, eu junto-me a eles, não fisicamente mas espiritualmente.
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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por Devin Amitosh em Ter Set 18, 2012 9:09 pm

Hoje vi realizarem-se duas previsões (não sei se era por ser o dia que é, mas enfim...). Primeiro tinha de aturar a minha praga mensal neste dia, segundo, há pelo menos duas semanas que andava a cismar que uma pessoa com quem não falo há algum tempo (que deixou de me falar de repente por motivos que desconheço) ia falar comigo hoje (génio, Devin, génio...)
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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por LadyFeluryan em Ter Out 09, 2012 2:56 pm

O maior susto que apanhei foi quando tinha 10 anos, costumava ir muitas vezes durante o dia com o meu avô para o campo do meu vizinho, e um dia sonhei que uma das galinhas tinha morrido mesmo a minha frente, pareceu-me mesmo real aquele sonho. Por surpresa no dia aseguir quando cheguei ao campo do meu vizinho ele contou ao meu avô e a mim que uma galinha tinha saído do galinheiro e morrido durante da noite, e foi no sitio que eu tinha sonhado. Acho que nunca me assustei tanto quanto a sonhos.
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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por Cathal em Qua Out 10, 2012 11:28 am

LadyFeluryan escreveu:O maior susto que apanhei foi quando tinha 10 anos, costumava ir muitas vezes durante o dia com o meu avô para o campo do meu vizinho, e um dia sonhei que uma das galinhas tinha morrido mesmo a minha frente, pareceu-me mesmo real aquele sonho. Por surpresa no dia aseguir quando cheguei ao campo do meu vizinho ele contou ao meu avô e a mim que uma galinha tinha saído do galinheiro e morrido durante da noite, e foi no sitio que eu tinha sonhado. Acho que nunca me assustei tanto quanto a sonhos.

Isso normalmente está mais associado ao "fenómeno" de viagem astral... Suspect
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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por LadyFeluryan em Qua Out 10, 2012 1:51 pm

Cathal escreveu:
LadyFeluryan escreveu:O maior susto que apanhei foi quando tinha 10 anos, costumava ir muitas vezes durante o dia com o meu avô para o campo do meu vizinho, e um dia sonhei que uma das galinhas tinha morrido mesmo a minha frente, pareceu-me mesmo real aquele sonho. Por surpresa no dia aseguir quando cheguei ao campo do meu vizinho ele contou ao meu avô e a mim que uma galinha tinha saído do galinheiro e morrido durante da noite, e foi no sitio que eu tinha sonhado. Acho que nunca me assustei tanto quanto a sonhos.

Isso normalmente está mais associado ao "fenómeno" de viagem astral... Suspect


não sabia, também confesso que nunca procurei saber sobre o que me aconteceu na altura, se era apenas um sonho ou uma premonição ou o que era
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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por Ioldanach em Qua Out 10, 2012 8:35 pm

Às vezes consigo saber o que alguém vai fazer ou dizer antes de o fazer... mas o melhor é estar com alguém, olhá-la nos olhos e fico a saber como essa pessoa é... é uma intuição que raramente falha.
A premonição mais estranha que tive foi sonhar com uma colega que não via à anos do ensino básico. Sonhei que ela ia na rua por que passo todos os dias para ir para o trabalho, ela a subir a rua e eu a descer. Assim saí de casa nessa manhã vi-a exactamente no mesmo sítio e na mesma situação que sonhei. weird
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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por Nessie em Qui Out 11, 2012 12:03 pm

Li aqui respostas muito boas e situações que acredito não serem muito fáceis de lidar...!

Eu não sou uma pessoa com muitas premonições, essa capacidade também ficou mais para a minha mãe que, como muitas vezes lhe digo meio na brincadeira, só não adivinha os números do euromilhões...!

Já me aconteceu sentir sem saber bem porquê que uma pessoa que conhecia não devia vir ter comigo pelo caminho do costume, pedir-lhe para vir por outra rua e depois saber que uns miúdos de uma escola aqui perto tinham andado a assaltar quem passava pela "tal" rua. Acontece com alguma frequência pensar numa pessoa e essa pessoa ligar-me pouco depois... Deja vu também é algo que tenho com alguma frequência, pelo que acabo por não ligar muito a isso...! E tenho fases em que sonho com situações que acabam por se refletir na minha vida, mas como premonições acho que não... E certamente não em tão grande escala como alguns de vocês =)

Também acabei por bloquear algumas coisas que sentia por não saber lidar com elas, quem sabe se não é a altura de aprender...!
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Re: Premonições e deja vu

Mensagem por NigramClavem em Seg Ago 26, 2013 1:50 am

Olá (:
sou como tu e como muita gente que aqui está, também tive e tenho algumas "premonições" se é que se pode chamar assim.
Mas desde pequena que tenho este tipo de coisas, e para mais esses "desejos"/adivinhações. Em pequena as coisas que previa/desejava eram muito simples e por vezes bastante inoventes. Como saber que um colega de um "Summer Camp", há um bons anos, viria a nadar na minha direcção e que por consequencia viria a chocar comigo XD. Uns dias depois, mas entramos na piscina, sem o ver, se ver ninguem na piscina das crianças pus-me a nada sozinha (pensava eu, já que os meninos "fixes" iam para a dos mais crescidos XD) e do nada *paw* cabeça com cabeça. Ao inicio foi aquele pensamento, 'oops devo ter chocado com alguma criança' e afinal vejo o rapazito e fiquei super confusa.
A partir dai comecei a pensar nas outras coisas insignificantes que tinha previsto/desejado e, tentando ser o mais racional possivel, acabei por pensar o que teriam estes acontecimentos em comum.
Acabei por descobrir, mais tarde, que o que ligava todos aqueles acontecimentos era a agua, literalmente. O sitio onde eu estava quando desejava/previa alguma coisa tinha sempre agua, em contacto com a minha pele. A cena do rapazinho foi num daqueles momentos em que a agua do banho esta a ser tao boa que fechamos os olhos e entramos em "transe" para connosco mesmos/as e com o silencio total.
Uns tempos depois acabei por ignorar, e mesmo bloquear estes acontecimentos, como alguns de voces. Mas eles voltaram recentemente e acabei por perceber que se tiver que acontecer vai acontecer. Visto que os meus "desejos" muitas vezes nao sao nada desejados acabei por interpreta-los como perspectivas diferentes de uma previsao, como se estivesse a falar comigo própria a prever algo.
A situação mais estranha que aconteceu, recentemente, foi num fim de semana, em que fui passar uns dias a casa de uma amiga, em trabalho. Nunca tinha ido a Castelo de Vide e muito menos a casa dela que ainda é ligeiramente longe. Mostraram-me a vila, os sitios bonitos, etc... Passeio de turista... Quando chegamos à vila e nos preparamos para começar a ver mais sitios bonitos dentro da vila. No meio de uma grande confusao de conversas na minha mente apareceu um nome. Devia fazer parte da conversa e, sem controlo/noçao perguntei onde estavamos, ela olhou para a placa e o nome da rua era exatamente aquilo que tinha "flashado" na minha mente.

A minha duvida é será que isto faz parte das minhas "previsoes", ou foi algum antepassado que passou por lá? Visto que estavamos no bairro gotico (um dos bairros mais antigos, que existe desde o tempo em que os judeus se instalaram lá).

É a minha experiencia com este tipo de coisas (:
btw, nao vou falar de deja vu porque tambem faço o mesmo que muita gente, ja nem ligo, devido à frequencia desses acontecimentos.
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Re: Premonições e deja vu

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