2012 e 13º signo continuação

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2012 e 13º signo continuação

Mensagem por Fenix Dourada em Ter Jan 11, 2011 5:10 pm

1° Suposta “fraude”.

gigantes_esqueleto_arabia_1

2° Suposta “original”.

gigantes_esqueleto_arabia_2

3° Suposta “original”.

gigantes_esqueleto_arabia_3

Achados arqueológicos de esqueletos, pegadas fossilizadas, artefatos, geoglifos e pinturas rupestres denunciando a atividade de humanóides gigantes extraterrestres, no passado, são mais comuns do que as autoridades da ciência admitem e ainda que a prática da desinformação aumente na mesma proporção que as fantásticas descobertas, os disinformers e debunkers não conseguem ocultar a verdade!


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more_giant_2(Escavações arqueológicas no Oriente Médio e Ásia)

É impossível ignorar essas imagens. As evidências estão em toda parte, denunciando um passado que desafia e ao mesmo tempo completa a ciência moderna. Ao vê-las, você pode estar se perguntando: “Se existem tantas provas incontestáveis dessa atividade sobre-humana, em diversos lugares, por que os governos, em particular o norte-americano, pioneiro em pesquisas espaciais e ufológicas e os das nações árabes, não informam à humanidade sobre isso? De fato a resposta é simples! Por que a revelação de que humanóides alienígenas gigantes, conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, talvez milhões de anos, colonizaram a Terra e influenciaram geneticamente na formação da raça humana, causaria a ruína de todo o estabelecimento contemporâneo. Todas as instituições entrariam em colapso, porque fraudes milenares seriam descobertas. O que aconteceria com a Igreja Católica, se as pessoas tomassem conhecimento de que são herdeiras genéticas de alienígenas? Os cristãos se perguntariam: “- Então não somos feitos à imagem e semelhança de Deus? Então Adão não existiu?”. O problema é que a mente humana, atualmente, está atrofiada! Os praticantes do Cristianismo e do Islamismo, crêem cegamente em um ícone divino criador de todas as coisas, mas têm sido enganados pelas falsas interpretações das escrituras onde estão descritas as atividades dos “deuses-astronautas” no passado: A bíblia e o alcorão, versões cristãs e islâmicas do Antigo Testamento, são compilações de antigas escrituras sumérias e mesmo os textos Vedas hindus, foram influenciados pelos babilônios. Nestes textos, os Anunnaki têm sido sistematicamente citados como “anjos” e “mensageiros do Senhor”, criando, acidentalmente ou intencionalmente, um equívoco histórico que tem mantido a humanidade submissa aos cleros e aos governos seculares e manipuladores, que desde de milhares de anos se organizam em sociedades secretas, manipulando o antigo conhecimento mesopotâmico.

No oriente as escrituras asiáticas são mais naturais e abertas em suas referências aos grandes ”devas” que, no passado, voavam pelos céus em naves vímanas. No ocidente ocorre o ocultamento total do assunto. Instrumentos de repressão, como a Ordem dos Cavaleiros Templários e a Inquisição, foram usados para suprimir esses conhecimentos da humanidade e mantê-los nos porões da igreja católica ou sob o domínio de obscuros rabinos. O que as pessoas pensariam se soubessem que a expressão ”ser feito à imagem e semelhança de Deus”, no caso do planeta Terra, se refere à manipulação genética de uma espécie semi-humana por outra super-humana, resultando numa outra espécie humana peculiar? E temos que considerar que o termo “Deus” não era usado pelos sumérios. Eles eram cientes da condição extraterrestre dos Anunnaki. O aspecto “divino” desses seres começou a ser atribuído na medida em que seus herdeiros diretos na hierarquia de poder, os faraós do Egito, utilizavam essa condição para legitimar e garantir sua posição no poder, como “filhos dos deuses”. As sociedades que foram influenciadas diretamente pelos Sumerianos, como as greco-romanas e indo-européias, distorceram a condição dos Anunnaki em relação aos sumérios, passaram a adorá-los como “deuses” e acabaram consolidando o politeísmo. Divindades de diversos lugares como Zeus, Apollo e Poseidon, na Grécia; Ptah, Ra e Hórus no Egito; Brahma, Vishnu e Shiva, na India ou Odin, Thor e Loki, na Escandinávia eram os mesmos Anunnaki. Entretanto, os hebreus que repudiavam o politeísmo egípcio e mesopotâmico, manipularam o conceito dos Anunnaki, de outra forma, adotando no singular o termo ”elohim” (que é plural = deuses) para se referir a um Deus único. Sitchin revela que isso ocorreu porque os semitas eram uma nação serviente à ENLIL, o autoritário e vingativo comandante Anunnaki que se apresentava para os hebreus como Javé (YWHW) e teria formado uma aliança com esse povo, inclusive tendo-os guiado através do deserto, por quarenta anos, em direção à Cashemira, na India. Que segundo Däniken, seria a verdadeira terra prometida e não a Palestina. Ele afirma que esse longo período no deserto, foi uma experiência feita por ENLIL para garantir a não interferência de outros povos na linhagem genética dos semitas, que eram seus protegidos (Enlititas).

Apesar de ENKI ter sido literalmente o “senhor da criação” na Terra, a “administração” do planeta ficava sobre o comando de ENLIL, que na condição de sucessor direto de ANU, no governo de Nibiru, fazia valer sua autoridade entre os Anunnaki e os homens. Determinando leis, impondo ordens e realizando feitos notórios que o deixavam na condição de “senhor da humanidade”. Alguns desses feitos foram decisivos para que ENLIL viesse a ser confundido como o Logos Criador do universo, ao longo da história:

* A decisão de manter o ADAPA e sua fêmea, sob sua guarda, quando ele foi trazido de volta de Nibiru.
* A decisão de expulsá-los da base EDIN quando atingiram a maturidade sexual.
* A decisão de deixar a humanidade perecer no dilúvio, que foi interpretada pela humanidade, não como uma demonstração de arrogância, mas como uma demonstração de poder sobre a vida e a morte.
* A decisão de assumir para si e seus descendentes a reconstrução da Mesopotâmia, após o dilúvio, o que consolidou sua condição de “senhor” das antigas nações do Oriente Médio.
* As vitórias do seu clã em várias disputas travadas com o clã de ENKI, mostravam o peso do seu poder de comando. Ele era sempre enaltecido como “Aquele que Decide os Destinos”.
* A decisão de permitir que seu clã propagasse diversas línguas diferentes entre as civilizações dos homens para manter a dispersão dos povos, evitando a coesão de grupos rebeldes, uma vez que o incidente da Torre de Babel trouxe sérios problemas para os Anunnaki.
* A decisão de permitir que Sodoma e Gomorra fossem destruídas, em mais uma disputa com o clã de ENKI.
* A aliança com a nação hebraica, que acabou sendo o berço do Cristianismo.
* A entrega dos mandamentos recebidos por Moisés para manter o equilíbrio moral e social da sua nação protegida.
* A dizimação do exército egípcio, em perseguição aos semitas, no deserto, durante o êxodo.
* O combate dos hebreus às formas de adoração aos outros Anunnaki (politeísmo). Visando reduzir ao máximo a influência do clã de ENKI que ainda era forte no Oriente Médio.

Como o planeta Nibiru está diretamente relacionado com a atual formação do nosso sistema solar, assim como os Anunnaki estão relacionados com o surgimento do homo-sapiens, naturalmente os povos influenciados pelos sumérios passaram a deturpar essas informações e a confundir os líderes extraterrestres com o criador de todo universo. O Logos primordial. Os fatos mencionados acima e esse detalhe peculiar devem ser analisados friamente para se entender porque as duas principais religiões da humanidade, o islamismo e o cristianismo (ambas com raízes hebraicas) adotaram o conceito de “deus único”. Contudo, não deixa de ser uma grande ironia o fato de que ENLIL/Elohim, o mesmo que determinou que a humanidade devesse perecer no dilúvio, fosse adotado como “Deus” e não ENKI, que foi o criador do homo-sapiens.

Uma questão importante tem que ser levantada para entendermos como a cultura Anunnaki influenciou o Cristianismo: Podemos presumir que Jesus, de descendência sumérico-hebraica, certamente sabia da existência dos Anunnaki. Então como ele lidava com isso? Não se pode afirmar que Cristo se referia à ENLIL quando falava em Deus, porque na sua real condição de avatar ele dispunha de conhecimentos transcendentais que certamente iam muito além do mundo físico. Pode supor que ele diferenciava as coisas, evitando a confusão de informações culturais e separando os conceitos de “espírito criador” e “matéria criadora”. Dessa forma, quando falava de Deus, pregando sua filosofia de vida, ele estaria se referindo ao Logos Criador e não à ENLIL ou a qualquer outro Anunnaki. Porém o peso da influência hebraica prevaleceu e a grande massa de cristãos e judeus não teria assimilado a filtragem feita por Jesus, e acabou mantendo o conceito distorcido de que ENLIL seria “O Deus Criador”. E até hoje o seu nome adotado pelos hebreus, Yahwe ou Javé(YWHW), é mencionado como sendo o nome de Deus. Nesse contexto, podemos levantar uma ousada hipótese: Tendo sido o império romano, um clone do império faraônico egípcio sabe-se que o politeísmo romano “sampleou” as deidades egípcias. Aprendendo a história da mesopotâmia, sabemos que os seus deuses e semideuses, não eram outros senão ENLIL, ENKI e seus descendentes e agregados. Muitos corrompidos pelo poder e pela adoração dos homens eram capazes de tudo para perpetuar suas glórias. Lembremos que o ofício do sacerdócio começou na mesopotâmia (ou mesmo antes, na Lemúria e Atlântida), onde os Anunnaki transmitiam conhecimentos de ciências e ocultismo, para um seleto grupo de iniciados. O que no começo era para o bem comum, com o passar do tempo acabou sendo usado para manutenção de poderes. E esses grupos /sociedades secretas se tornaram ferramentas políticas. Então ficam no ar, as seguintes questões:

* Os sacerdotes e profetas que não se prestavam a esses objetivos obscuros, não teriam se tornado uma ameaça ao poder de grupos Anunnaki, e seus afins (faraós, imperadores, reis, césares, etc)?
* Teria sido a perseguição dos egípcios e romanos aos que pronunciavam mudanças sociais como o nascimento de avatares como Cristo, uma repressão programada para impedir ameaças à estrutura de poder criada pelos Anunnaki?
* Não teria sido a perseguição e crucificação de Cristo e seus seguidores, uma medida tomada “acima” da esfera de poder romana?

Quero deixar claro aqui, que não tenho a intenção de questionar ou negar a existência do Logos Criador e nem afirmar que todos os Anunnaki agiam como deuses, pois mesmo entre os Anunnaki, havia o conhecimento desse poder original. Algumas placas sumérias continham um diário de ENKI, que foi traduzido por Sitchin e publicado com o título ”O Livro Perdido de ENKI”. Nessas crônicas ele revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não para “brincar de Deus”. Eles sabiam perfeitamente da existência do Logos primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra para a mineração da Terra, como já foi dito antes. Como ENLIL, sempre rivalizou com ENKI, ele utilizava frequentemente essa polêmica para acirrar suas disputas de poder, mas mesmo assim não deixava de ter certa razão ao expor todos os riscos inerentes às experiências de manipulação genética e ao perigo de se interferir na ordem natural das coisas.

A vastidão do universo dá certeza de que a vida é um fenômeno constante em incontáveis mundos, sendo prova irrefutável da existência desse Logos Criador. E de fato, é interessante pensar na possibilidade de que outros seres tão inteligentes, poderosos e qualificados quanto os Anunnaki, viajem de mundos em mundos, espalhando, modificando ou aperfeiçoando a vida e contribuindo para um propósito cósmico maior. Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas, mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espaciais e bioengenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria ser divulgada. Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru.

Leia com atenção trechos de uma entrevista concedia por Zecharia Sitchin, onde ele revela o seu trabalho de tradução das placas sumérias:

Da palavra hebraica Nafal, que significa “queda”?


- Exato. Queda, vir abaixo, descer. Assim, o que isto significa? Isto me levou aos estudos bíblicos e então a mitologia, arqueologia e todos os outros assuntos, inclusive ao estudo das línguas antigas, que se tornou a minha educação e vocação. Então, dai vem a minha pesquisa e decisão de escrever sobre isto começando com uma pergunta, quem eram os Nefilins?

Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei às suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado Nibiru. O planeta era designado pelo signo da cruz e Nibiru significa, “planeta da passagem [travessia].”

A questão em minha pesquisa então mudou de quem eram os Nefilim e os Anunnaki, para, que planeta é este Nibiru? O que me forçou a ser proficiente em astronomia, e tive que aprender bastante sobre isto para lidar com o assunto. Eu descobri que os eruditos estavam divididos. Alguns diziam que (Nibiru) era Marte, que de fato foi descrito e conhecido pelo povo antigo, e outros diziam que não, que era Júpiter. Aqueles que diziam que era Júpiter e não Marte tinha argumentos muito convincentes do porque não podia ser Marte. E Aqueles que diziam que era Marte e não Júpiter tinha argumentos muito convincentes do porque não podia ser Júpiter.

Sendo capaz de ir diretamente à fonte, os tabletes de argila e a escrita cuneiforme, a mim pareceu que ninguém estava certo, porque a descrição de Nibiru e sua posição quando perto do Sol indicava que nem podia ser Marte e nem podia ser Júpiter. E então uma noite acordei com a resposta: com certeza, é um planeta a mais que vem periodicamente entre Marte e Júpiter; e alguma vez está mais perto de Marte e outro mais próximo de Júpiter, mas não é nem Marte e nem Júpiter.

Tendo entendido que esta era a resposta, que existe um planeta a mais, tudo mais se encaixou. O significado do Épico da Criação mesopotâmico onde são baseados os primeiros capítulos do Gênesis e todos os detalhes sobre os Anunnaki, quem eles eram e quem eram seus líderes e como eles viajaram do planeta deles para a Terra e como caíram no Golfo Pérsico e sobre o primeiro assentamento deles, seus líderes e assim por diante, tudo ficou claro! Os Sumérios tinham um enorme conhecimento. Eles sabiam sobre Urano e Netuno e os descreveram e eles sabiam sobre Plutão. Eles eram exímios em matemática e, em muitos aspectos, seu conhecimento ultrapassava o dos dias modernos. Eles diziam, “Tudo o que sabemos nos foi dito pelos Anunnaki.” A publicação do primeiro livro, seu impacto, foi a compreensão de que povos antigos, a começar pelos Sumérios, sabiam e descreviam e falavam de um planeta a mais no nossso sistema solar. Não era uma descoberta como a de Plutão em 1930 (o qual os Sumérios conheciam há 6.000 anos). Plutão foi uma descoberta astronômica muito interessante, os livros didáticos tiveram que ser revisados. Mas para a pessoa média, o homem das ruas, realmente não fez nenhuma diferença. Nibiru, por outro lado, era uma história muito diferente. Se existe Nibiru, (e este é o planeta que os astrônomos de nossos dias chamam de planeta X) então os Anunnaki existem.

Assim, a existência de Nibiru não é uma simples questão de mais um planeta em nosso sistema solar. Isto é diferente, porque se existe Nibiru, e os Anunnaki existem então a declaração da Suméria de que eles voltam a nossa vizinhança a cada 3.600 anos, e que por vezes no passado nos instruíram e formaram civilizações, então não estamos sós e há pessoas mais avançadas do que nós em nosso sistema solar.

Nibiru é o 12º planeta (contando o Sol e Lua)

Narrativa descritiva de Nibiru.

Estas declarações espantosas são possíveis por terem sido decifrados os escritos cuneiformes dos Sumerianos por Zecharia Sitchin, lingüista conhecedor de muitos idiomas antigos que chamou a atenção do mundo científico com as interpretações espantosas de escritas antigas.

Em 1976, o primeiro livro de Sitchin, O Décimo segundo Planeta, começou uma odisséia que transformou o campo de história antiga literalmente; em 1993 veio o sexto livro da série da Crônica da Terra, Quando o Tempo Começar. Entre outras afirmações de virar a cabeça, este livro une o calendário complexo de Stonehenge e das ruínas enigmáticas de Tiahuanacu no Peru com a cultura antiga dos Sumerianos, e por extensão, para os Nibiruanos que também são chamados Anunnakis.

Este é a raça que Sitchin afirma não só ter criado a cultura Sumeriana, mas que criou os seres humanos geneticamente como nós conhecemos. E sim, eles vivem neste 12º planeta misterioso, Nibiru.

Sitchin decifrou 2.000 cilindros de barro sumerianos encontrados no Golfo Persa, onde eles viveram desde cerca de 6.000 anos atrás. Alguns destes fragmentos, que remontam a 4.000 A.C., estão em museus ao redor do mundo.

Um fragmento em particular, atualmente na Alemanha, indica que a Terra é o sétimo planeta, contando a partir de Plutão. O espaço de tempo é de quatro milênios antes que a astronomia moderna confirmasse a existência de Plutão como um planeta em nosso sistema solar.

Como um povo tão antigo sabia desse fato? Sitchin afirma que estas civilizações foram intimamente instruídas por outra raça inteligente, os Anunnaki de Nibiru.

Conflitos profundos causaram o abandono da Terra pelos Nibiruanos, deixando os seres humanos defenderem-se por conta própria. Os humanos nunca possuiriam a habilidade para viajar pelas estrelas como seus criadores, nem possuiriam a imortalidade de seus criadores.

Eras depois, nós humanos finalmente enviamos uma sonda de satélite inteligentemente projetada para além dos confins de nosso sistema solar. Nós estamos repetindo nosso passado? Isto é mais uma das perguntas que Sitchin investiga em Crônicas da Terra.

Não só um eminente arqueologista, Sitchin também é um formidável analista de culturas antigas, talvez o melhor. Sua comparação explicativa de similares, mas discrepantes mitologias provêem uma compreensão mais completa das religiões mundiais. Entre outras coisas, as investigações de Sitchin indicam que pode haver um observatório na órbita de Marte que impede que os humanos cheguem lá (um fato comprovado tanto pelos E.U.A. como pelos russos em problemas com sondas naquele planeta).

Mas o foco primário de sua pesquisa são os antigos Sumérios. O deciframento dos cilindros de barro daquela cultura, enterrados durante milênios, revela raízes que expande a história a 450.000 A.C.


Esta habilidade para traduzir muitos idiomas não é nenhuma realização pequena. Muitos de nós que nunca possuiremos a habilidade para decifrar cilindros ou tábuas de barro de 6.000 anos de idade tem que confiar que Sitchin tenha feito seu trabalho com precisão. E suas fontes revelam uma integridade absoluta.

Recentemente duas pessoas proeminentes deram bastante atenção a Sitchin: Colin Powell e Schwarzkopf, os Generais americanos que foram figuras fundamentais na recente Guerra de Golfo.

Consta que o local de aterrissagem dos Nibiruanos foi um lugar chamado Eridu, atual Sul do Iraque. Neste local estariam diversas construções desse povo, inclusive uma pirâmide que estaria sendo usada por Saddan Hussein como esconderijo durante ataques em seu país. Os americanos teriam conhecimento desses monumentos e de seu valor histórico inestimável, razão pela qual não o teriam destruído.

Devemos esperar pelo aparecimento desse magnífico fenômeno no Céu do Hemisfério Sul. Esta inclusive seria a razão pela qual os telescópios na Argentina e no Chile foram reativados. A NASA já localizou um grande objeto nos céus e estaria analisando o fato, que foi classificado como ultra-secreto, embora todos os fatos estejam descritos no livro de Sitchin, Crônicas da Terra. Como ele diz: “Assim nós humanos estaremos mais preparados para a chegada dos Anunnaki”.

Muitos de nós nunca viajaremos o mundo inteiro para visitar os observatórios antigos. Porém, Sitchin o fez, e o que ele também achou relativo à colocação destes observatórios na superfície da Terra está assustando. Todos os observatórios são voltados para o hemisfério Sul. Eles também estão na mesma latitude da Terra.

De acordo com Sitchin, a próxima passagem do 12º planeta será entre 2012 e 2013.

A tentativa do governo para construir a Estação Espacial Internacional é para averiguar o paradeiro de Nibiru.

A Terra leva um ano em sua órbita ao redor sol. Nibiru leva 3.600 anos, de acordo com Sitchin. Então, um ano para os Nibiruanos é igual a 3.600 anos de Terra.

O Dilúvio segundo as escritas cuneiformes dos Sumerianos

“… e depois veio o dilúvio e após o dilúvio a realeza tornou a descer mais uma vez do céu…” este trecho está em uma das placas com inscrições cuneiformes, gravado em seis colunas, que constituem a mais antiga descrição do dilúvio de que temos conhecimento, mais antiga até que o poema épico de Gilgamés. Cinco cidades pré-diluvianas são nomeadas no texto: Eridu, Badtibira, Larak, Sitpar e Shuruppak. Duas dessas cidades até agora ainda não foram encontradas. Na mais antiga das placas até hoje decifradas, o Noé dos sumerianos, chamado Ziusudra, morava em Shuruppak e lá construiu sua arca. Os sumérios teriam edificado, através de séculos, torres, pirâmides e casas com todo o conforto para seus “deuses” a quem ofereciam sacrifícios enquanto aguardavam o regresso. E cem anos depois, de fato regressavam… Novos achados poderão trazer descrições ainda mais remotas.

Os Sumérios:

Sua astronomia era incrivelmente avançada: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive, foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas!… Os velhos e inteligentes gregos, no auge do brilho do seu saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o “infinito”. Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 placas de barro com inscrições denominadas: cuneiformes. Nas traduções destas escritas, diz-se que a Terra, teve origem extraterrestre, através da colisão de dois corpos celestes. Parte dos destroços caiu aqui e no outro corpo celeste “Nibiru”, onde teve início a vida e com isso avançaram no estágio de evolução.

Os Sumérios acreditavam que seus “Deuses” vieram deste planeta – ‘O décimo segundo planeta’ – que completa uma volta no Sol a cada 3.600 anos. As tábulas e cilindros de argila sumérios têm informações precisas sobre os planetas do sistema solar. O mais impressionante são os dados sobre Plutão (Planeta que só foi descoberto em 1930!). Eles sabiam o tamanho de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão era na verdade um satélite de Saturno que se “desprendeu” e ganhou uma nova órbita. Eles chamavam a Lua de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma ‘cabaça’ de ferro. Durante o programa Apolo, a NASA confirmou esses dados… Esse conhecimento seria possível há 3.000 anos?
A história diz ainda que após 35 milhões de anos Nibiru corresse risco de se acabar totalmente, então, como a Terra era o único planeta com condições favoráveis para sua sobrevivência, fizeram misturas genéticas entre os primatas e a sua espécie. Diz-se que estes colonizadores tinham uma expectativa de vida de 20.000 anos, período completamente incompreensível para o nosso conhecimento, e eram humanóides gigantes. Com o passar do tempo estes extraterrestres misturaram-se com os humanos, gerando assim novas raças e etnias: os “filhos dos Deuses”…

Os ETs também advertiram das calamidades que o planeta Terra iria passar. No caso o planeta Nibiru passaria muito perto de nós e a atração gravitacional iria provocar um cataclismo. Segundo o escritor Zecharia Sitchin tal fato se dará em 2012 e/ou 2013. Se ligarmos o Dilúvio e a Arca de Noé com os documentos achados dos Sumérios vemos a lógica… Também quando vemos rastros de humanos gigantes, quando associamos os anjos e as luzes no céu que são mencionados na Bíblia com os contatos imediatos que temos hoje constantemente, percebemos que não estamos sós, e que devemos nos preparar para o retorno dos Nibiruanos.

Expressões como Nibiru, Planeta X ou Planeta Chupão se tornaram motivo de grande interesse e controvérsia na internet e nas comunidades ufológicas brasileiras e mundiais. Todos estes termos se referem à mesma coisa, um grande e desconhecido objeto existente no Sistema Solar, que é identificado com o termo genérico Planeta X. Na Antigüidade, os sumérios o chamaram de Nibiru e o descreviam como sendo várias vezes maior do que a Terra, com um período orbital de cerca de 3.600 anos. Este objeto pode ser um cometa, um “planeta vagabundo” ou uma estrela anã escura companheira do Sol, não se sabe ao certo. A procura por este perturbador artefato celeste remonta à descoberta de Urano, em 1781, e hoje é constante. Alguns estudiosos dizem que, nos próximos anos, o Planeta X ou Nibiru penetrará em nosso sistema estelar e enfurecerá o Sol. Há até uma data aludida com freqüência para que tal fato ocorra em 2012. Com isso, teria início um período de sofrimento para a Terra, que se veria imersa em uma terrível tempestade solar. Com um cenário tão dramático, o que todos se perguntam é: poderemos sobreviver? No século XIX, o cientista Louis Pasteur declarou que “a chance favorece as mentes preparadas”. A frase é clara, mas, mesmo que possamos pensar em construir refúgios para escaparmos de eventuais tragédias, não há garantias. De qualquer modo, uma preparação mental e emocional da humanidade parece ser o caminho para a sobrevivência aos períodos drásticos que virão, caso se concretizem as sombrias previsões. No passado, tivemos cataclismos e fenômenos naturais que custaram muito caro à espécie humana. Se recuarmos cerca de 11.000 anos no tempo – o equivalente a três vezes o período orbital de Nibiru, chegaremos à catástrofe que vitimou a lendária Atlântida e, cerca de 1.500 anos antes, acharemos o cataclismo que vitimou o igualmente polêmico continente de MU (Lemúria). Alguns historiadores atestam que, em ambas as situações, a Terra teria ficado praticamente vazia, sem vida. Estima-se que, só em Mu, teria havido o desaparecimento de 60 milhões de pessoas, vítimas da tragédia. Não se conseguiu calcular quantas teriam sucumbido com o afundamento da Atlântida.

Posteriormente, no século XIV, tivemos o triste fenômeno da Peste Negra, que aniquilou dois-terços da população planetária, que pode ser um bom exemplo do que a natureza é capaz de fazer. As conseqüências da peste não tardaram a aparecer, e muitos sobreviventes concluíram que a Igreja Católica não era tão eficiente assim, visto não ter conseguido protegê-los da catástrofe. Assim, deixaram de acreditar na instituição, abandonaram sua fé e começaram a procura por respostas em outras áreas, o que levou à emergência da medicina. É bem provável que, desta vez, se e quando Nibiru entrar de fato em conflito com o Sol tenhamos de suportar sofrimentos bem mais devastadores do que os da Peste Negra. Mas é preciso ter em mente que isto poderá também nos levar a fortes eventos evolucionários, nos quais a humanidade poderá se libertar dos grilhões da atual loucura coletiva, criando um mundo muito mais espiritual e solidário. O pior desafio que poderemos enfrentar não será o próprio Nibiru, embora ele nos traga terríveis tempestades de meteoros e muitos impactos. A interação entre ele e o Sol será muito pior. Para alguns autores, é preciso compreender que não enfrentaremos desafios de um dia catastrófico em sentido bíblico, mas sim a ruína progressiva do mundo inteiro, em escala global. Mas, como já aconteceu no passado, Nibiru engatilhará a reunião de múltiplos eventos naturais e os devido à ação humana, que deverá durar anos. Quando o pesadelo terminar, a nova humanidade – composta pelos sobreviventes e seus descendentes, adaptados à nova realidade, algumas décadas após o cataclismo, poderá experimentar uma nova forma de vida, que alguns já chamam de Idade de Ouro. O primeiro registro do misterioso objeto celeste Niburu apareceu em 1983, transmitido pelo recém lançado satélite IRAS (Infrared Astronomical Satellite ou Satélite Astronômico Infravermelho), pioneiro na descoberta. A notícia foi dada pelo jornal Washington Post. “Foi encontrado, por um telescópio em órbita da Terra, um corpo celeste tão grande quanto Júpiter, que faz parte do nosso Sistema Solar. Ele estaria na direção da Constelação de Órion”. Em 1992, veio à confirmação da descoberta pelo cientista Robert Harrington, então diretor do Observatório Naval dos Estados Unidos. “A massa deste corpo celeste é quatro vezes maior do que a da Terra e trata-se, provavelmente, de uma estrela anã escura, cuja órbita a leva de um lado a outro do nosso Sistema Solar”, disse Harrington. Ainda em 1992, os sinais ficaram mais precisos. Um informe da NASA dava conta de que “desvios inexplicáveis nas órbitas de Urano e Netuno apontavam para um grande corpo fora do Sistema Solar, de massa entre quatro a oito vezes a da Terra, numa órbita altamente inclinada e a mais de 11 bilhões de quilômetros do Sol”. Estava consumado que o artefato celeste era real, mas seria este corpo, que já estava apelidado de Planeta X, o mesmo Nibiru previsto pelos sumérios na Antigüidade? Sim, é o mesmo objeto que foi revelado pelo estudioso de civilizações antigas Zecharia Sitchin em suas obras. Da mesma forma, a Bíblia Kolbrin, escrita pelos egípcios após o Êxodo e pelos celtas após a morte de Jesus, oferece extensos informes históricos sobre as andanças deste planeta. Os egípcios o chamavam de O Destruidor, confirmando os Evangelhos. Os druidas, antepassados dos celtas, o chamavam de O Espantador ou O Apavorante. Há dados concretos sobre a existência de Nibiru. Astronomicamente, denomina-se “perturbação” a alteração da órbita de um planeta pela interação gravitacional de um ou mais corpos celestes. Durante milênios, o planeta Saturno foi o mais próximo de nós, visível a olho nu. Mas, após a descoberta do telescópio, as coisas mudaram. Os astrônomos descobriram perturbações na órbita de Saturno, e isso levou à descoberta de Urano, em 1781, pelo astrônomo alemão William Herchel. Naquele momento, Nibiru estava “andando” no Sistema Solar. Em seguida, perturbações da órbita de Urano levaram à descoberta de Netuno, em 1846, pelo matemático alemão Johann Gall, apenas por cálculos matemáticos. E, então, apareceram perturbações da órbita de Netuno, o que levou o matemático francês Urbain Le Verrier a anunciar que deveria existir outro planeta além de Netuno. Foi assim que surgiu a idéia do Planeta X, que hoje sabemos ser, de fato, o Nibiru dos sumérios.

Zecharia Sitchin, autor de inúmeras obras, é um dos primeiros a denunciar a existência de Nibiru.

No início do século XX, Percival Lowell, fundador do Observatório Lowell, em Flagstaff, Arizona, começou a procurar o corpo que perturbava a órbita de Netuno. Catorze anos após sua morte, em 1916, seu assistente Clyde Tornbaugh descobriu Plutão (Tornbaugh foi um dos primeiros astrônomos a admitir ter visto UFOs). Por um curto período, o novo corpo foi classificado como planeta, embora a Lua seja uma vez e meia maior do que ele. Recentemente, Plutão foi rebaixado à categoria de planeta anão, porque seria pequeno demais para justificar a enigmática perturbação sofrida por Netuno. Isso nos conduz de volta à descoberta de Le Verrier, que foi quem realmente forneceu, em 1846, os primeiros sinais da presença do Planeta X. Buscas confirmam o intruso Atualmente. Depois de oficialmente encontrado pelo satélite IRAS, o corpo foi confirmado, em abril de 2006, pelo telescópio SPT (South Pole Telescope ou Telescópio do Pólo Sul), localizado na estação polar Amundsen Scott, na Antártida. Este telescópio iniciou suas operações justamente naquele ano e é considerado um instrumento perfeito, no lugar perfeito e funciona no momento perfeito para observar o Planeta X. O SPT continua a seguir os movimentos do misterioso corpo, ininterruptamente. Toda esta vigilância aponta que o corpo ainda está muito além do Sistema Solar, embora sua ação já o esteja alterando, fazendo surgir sinais precursores de suas interferências. Muitos estudiosos dedicam significativos esforços para identificar as alterações causadas por Nibiru em nosso sistema estelar, e já identificaram várias. Por exemplo, o Sol, desde 1940, apresenta mais atividade do que nos 1.150 anos anteriores – o próximo ciclo solar será o mais violento de todos e terá seu pico justamente em 2012. Para eles, outras constatações em corpos do Sistema Solar são preocupantes. Quanto a Mercúrio, os cientistas ficaram surpresos ao encontrar no planeta uma calota de gelo polar e um campo magnético muito alto, estando ele tão próximo do Sol. E quanto a Vênus, novo espanto recente se deu quando ele aumentou seu brilho em 2.500%, junto com substanciais e alterações globais de sua atmosfera. Nada disso é obra do acaso. Na Terra, o debate sobre o aquecimento global mal terminou e constatamos condições atmosféricas bastante severas. Em Marte, o aquecimento global daquele planeta começou com gigantescos furacões e o desaparecimento de sua calota polar. Júpiter aumentou seu brilho em 200% nas nuvens que o rodeiam e suas luas apresentam significativo aquecimento. Em Saturno, o fluxo equatorial diminuiu dramaticamente em menos de 20 anos, mas surgiu uma grande fonte de raios gama, na freqüência dos raios X. Como Júpiter, a atividade auroral de Saturno aumentou muito. Mudanças significativas nas nuvens de Urano foram detectadas, e elas estão mais numerosas, ativas e brilhantes. Nada disso pode ser explicado naturalmente. Em 1846, o citado Le Verrier considerou Netuno um “revólver fumegante”. Pois bem, desde 1996, tem sido observado um aumento de 40% no brilho atmosférico do planeta, além de grandes tempestades, sendo que Netuno não tem capacidade natural para criar tais anomalias e está muito longe do Sol para sofrer os efeitos da atividade solar ampliada. Portanto, tal energia só pode estar chegando de um intruso invisível. O mesmo se dá com Plutão, que, em 1989, alcançou o ponto mais próximo do Sol e também começou a revelar uma forma de aquecimento global, tal como a Terra e Marte. Sua pressão atmosférica triplicou, enquanto a temperatura da superfície subiu 2º C, ao se afastar do Sol. O estranho corpo que hoje afeta o Sistema Solar tem características astronômicas distintas que podem ser deduzidas de observações diretas feitas recentemente. Por exemplo, sua órbita é excêntrica, elíptica e dramaticamente inclinada. Seu período orbital – tempo que o astro leva para dar uma volta completa em sua órbita, do periélio ao afélio, voltando ao ponto de origem – é de aproximadamente 3.660 anos. O periélio de Nibiru, ou seja, o ponto onde ele se encontra mais próximo do Sol, é de 2,85 AU (Astronomic Unit) ou unidades astronômicas (Uma UA é a distância média da Terra ao Sol, ou cerca de 150 milhões de quilômetro). Assim, estando Marte a 1,52 AU do Sol, o ponto em que Nibiru estará mais próximo do astro ficará entre as órbitas de Marte e Júpiter, a cerca de 256 milhões de quilômetros do astro central.

A Terra suportará tsunamis e terremotos de gigantescas proporções, que mudará a face do planeta

O Afélio do misterioso corpo, o ponto onde ele se encontra mais distante do Sol, é de 472 AU. Apenas para comparação, o afélio de Plutão é de 39,5 AU. Portanto, o Planeta X viaja para fora do Sistema Solar até um ponto a cerca de 10 vezes a distância de Plutão ao Sol. Para aumentar ainda mais a estranheza da situação, deve-se levar em conta um fator chamado de inclinação sobre a eclíptica.

Aproximadamente 90% dos planetas visíveis estão no plano da eclíptica, mas a órbita de Nibiru está bem abaixo deste plano, praticamente perpendicular a ele. Estes dados podem ser confirmados por fontes da NASA. Hoje, sabemos que o corpo será visível com o uso de telescópios amadores, no Hemisfério Sul, a partir de maio de 2009. A olho nu será inteiramente visível como um objeto vermelho brilhante, também em meados de 2009. Estudiosos garantem que, em 2012, Nibiru aparecerá como uma espécie de “segundo Sol” no céu. As perspectivas são sombrias, como se pode constatar na cronologia presumida dos acontecimentos. Em 30 de abril de 2007, a distância do Sol a Nibiru foi de aproximadamente 14 AU, entrando na órbita de Saturno. Isto perturbou a maioria dos planetas e o astro central, que entrou num ciclo de 24 anos e chegará ao pico de atividade em 2012. A NASA anuncia que este ciclo será o pior dos últimos 400 anos. Na Terra, tivemos hoje um aumento no número e na intensidade de terremotos, bem como aumento de secas em várias localidades – recentemente, a China anunciou que centenas de pequenos reservatórios já secaram.

Vemos em poucos anos provas nada convenientes, a NASA e grandes Governos do planeta entram em uma linha conclusiva através de pesquisas científicas sobre o planeta intruso no nosso sistema e seus efeitos, civilizações antigas como os Sumérios que contem informações intrigantes e bem realistas segundo um dos maiores ou o maior arqueólogo Zecharia Sitchin apontam a existência deste planeta bem antes que nossos atuais cientistas fizeram suas primeiras afirmações sobre o mesmo."


O 13º signo pelos varios estudos efectuados, so se revela quando existe um alinhamento da via lactea com o seu centro, o que irá acontecer em 2012, sendo visivel apenas de 26000 anos em 26000 anos. O Maias não falam em catastrofes mas em altereção de eras, de consciencias.
Pelos estudos feitos pelos astronomos, os varios calendarios das civilizações antigas, apontam para a passagem deste planeta Nirubu e o alinhamento da via lactea , precisamente na mesma altura desta vez, dai as varias especulaçoes, e cada um puxar as varias brasas da sua sardinha. Que ja estamos a assistir e iremos assistir a mt mais nos proximos anos, ngm tem duvidas, agora o auge será mm 21 de Dezembro de 2012?? ( esta data ja esta rectificada e certa pelos matematicos de varias universidades, as varias conversões foram feitas )
A ver vamos se os Deuses assim o quiserem ^^
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Re: 2012 e 13º signo continuação

Mensagem por Taýr Mirellë em Qua Jan 12, 2011 1:08 am

Antes de fazer qualquer comentário, gostava de ver as imagens, mas não consigo Mad
E tenho uma pergunta que acho pertinente: porque é que Nibiru é o 12º planeta? E que tipo de planeta é? Porque não se conhece nenhum outro planeta principal para além de Neptuno, começando a seguir a este a cintura de Kuiper, na qual se inserem então os outros maiores planetas anões, incluíndo Plutão e Éris. Segundo estes factos, supostamente esse tal planeta Nibiru deveria estar na cintura de Kuiper, certo?

E isto tudo ignorando este simples facto aí escrito: "Toda esta vigilância aponta que o corpo ainda está muito além do Sistema Solar"
Se está para além do Sistema Solar como é que pode ser o 12º planeta? Ou a influência do mesmo afecta a matemática e a nossa condição genética como humanóides submetidos a super-humanos não nos possibilita a compreensão e estudo de uma matemática perfeita?
Não percebo x)
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Re: 2012 e 13º signo continuação

Mensagem por Lifebringer em Qua Jan 12, 2011 2:02 am

Taýr eu já esclareci essa tua dúvida neste tópico.

É impossível considerar a presença de Nibiru no sistema solar porque tendo o tamanho que supostamente teria, já há uns bons anos que seria bem visível da Terra a olho nu (e cada vez mais). Também é fisicamente impossível considerá-lo fora do sistema solar ou a uma distância superior a ser visível dessa maneira se considerarmos o seu "cruzamento" com a Terra em 2012.

É também impossível (por razões que também explico lá) considerar a "colisão" que segundo Sitchin deu origem à Terra. Ou seja, o "Nibiru" de Sitchin já foi comprovado como impossível de várias maneiras. Mas pronto, não me vou estar a repetir, visto que já referi isso tudo no outro tópico, mais explicações vai espreitar lá Razz
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Re: 2012 e 13º signo continuação

Mensagem por Taýr Mirellë em Qua Jan 12, 2011 2:09 am

Sorry, só depois de postar é que reparei que este tópico é a continuação do outro... Que como não vi, não li xD

Yush, vou espreitar isso :3
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Re: 2012 e 13º signo continuação

Mensagem por Bastet em Qua Jan 12, 2011 9:30 pm

Então esclareçam-me tb isto: em que parte é q Sitchin diz explicitamente que o planeta Nibiru colidiu de frente com a Terra? É que tendo colidido de frente (como mostras no teu gráfico, Lifebringer) o maior problema n era o planeta Terra n poder ter sido desviado para a rota solar, mas sim que devido às tamanhas proporções de Nibiru, a Terra tivesse sido completamente aniquilada. Digo isto porque sou uma apreciadora de Bilhar e sei que a bola branca não precisa de bater de frente na colorida para ela entrar no buraco. Boa comparação, n? ^^!

Já agora, aqui ficam as fotos da Fenix q n davam pra ver:

1° Suposta “fraude”.


2° Suposta “original”.


3° Suposta “original”.
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Re: 2012 e 13º signo continuação

Mensagem por Lifebringer em Qui Jan 13, 2011 1:06 am

Infelizmente não encontro a parte que fala da colisão frontal... sei que tinha a ver com a órbita do planeta ser perpendicular à da Terra e assim mas não me lembro muito dos detalhes nem de onde vi isso. Tinha ideia que era na parte do badastronomy.com (que finalmente já está a funcionar) mas estive lá a cuscar e não foi aí.

Mas sim, há muito mais questões além dessa (da direcção de projecção da Terra) que são impossibilidades físicas e que também falava lá disso. Uma delas é, como referiste, o tamanho do planeta, e também a consequente gravidade do mesmo. Mesmo que por acaso a Terra resistisse a tal impacto, e assumindo a perspectiva de Sitchin que um planeta daquele tamanho dividiria o tal planeta Tiamat em 2, nunca a "metade fragmentada" formaria a cintura de asteroides... esses fragmentos iriam "chover em Nibiru" como uma chuva de meteoritos, atraidos pela sua gravidade... alias, a própria Terra formou-se assim... com meteoritos e planetoides e etc. que foram atraídos pela gravidade. A outra metade também ela seria puxada na direcção de Nibiru e nunca afastada... E isto tudo assumindo que o impacto "dividir a Terra em 2", o que só por si não faz sentido tanto a nível de impacto como a nível de gravidade (antes do impacto acontecer, já a Terra (ou segundo Sitchin, "Tiamat" na altura) estaria a ser puxada na direcção de Nibiru).

Já agora, agora que finalmente o badastronomy.com está a funcionar decentemente, já posso deixar aqui os 2 links referentes ao "Planeta X" que eu tinha visto:

http://www.badastronomy.com/bad/misc/planetx/nutshell.html#conclusion
http://www.badastronomy.com/bad/misc/planetx/

Aproveito para dizer que este é um site muito jeitosinho no geral, para desmistificar todo o tipo de rumores e "parvoices astronómicas" que há por aí, como quando recebemos aqueles mails de "no dia tal Marte vai estar maior que a Lua" e bla bla bla e é sempre treta... geralmente nesse site o gajo aparece a desmistificar isso.
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Re: 2012 e 13º signo continuação

Mensagem por Ookami em Ter Abr 12, 2011 3:01 pm

I would like to point out a few things and not get too into the subject myself.

First the Sumerian people did not refer to their visitors as gods or extraterrestrial but yes divine. This in a now common mistake because of correlation that people have made, then have fabricated to be the truth. Its one thing to connect the dots, it’s another thing to say that the way you connected the dots is the true and correct way.

The presence of these divine people is not worth questioning since there is enough proof to say they existed. Now what made them divine and so forth can be molded all to easily into the lizard men story or alien parents so please be careful about making this seem connect to fit your purpose.

There have been races, people, animals and creatures that are now extinct or that remain on other plains. That is how it is, I don’t see why this is such a surprise or why it should be made into a big deal like someone is trying to hide it.

The bones are not related to the Sumerians, since they are not from the same regions of the planet.
Nothing crashed into earth. If it had earth would of started again from scratch.
Spaceships need gravitational cores to freely choose how to travel in space, like planets except planets cant alter theirs.
So what I’m I getting at, If it “crashed into us” our energy flux and planet would go crazy and something would break or blowup. So that theory is out of the question.
Aliens from an advanced planet came here, Possible.
They taught us this and that, Possible.
Now they are neither our makers nor our betters they are simply another race.

And about the so called planet x, its probable that there is a planet with a weird planetary trajectory that comes in and out of our solar system. But by now like white said it would be close enough to notice, I don’t have a super telescope to check for myself but I don’t see why it wouldn’t be public by now that “the time is coming” after all its no different from an eclipse for your every day man.

PS. Higher beings can be human. After all there have been people who become so great in their time or achieved things unimaginable and for that were considered higher beings. We all have our gifts. Don’t adopt the guru attitude, it’s one of the few things I don’t suggest we adopt from our Asian friends.


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Re: 2012 e 13º signo continuação

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