2012 e o 13º signo

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2012 e o 13º signo

Mensagem por Fenix Dourada em Ter Jan 11, 2011 5:00 pm

Não se pode falar deste tema sem conhecermos minimamente a Civilização Suméria, onde de facto surge a polémica história do 13º signo, 2012 e por ai fora... o texto é retirado da revista "Ciencia e Arqueologia" e elaborado por Gustavo Guedes.
O complemento sobre isto, vem quando se decifra com Aguilhera, a escrita Maia, dando o que faltava nas Tabuas Sumerias perdidas.
A partir deste texto, caros irmãos pagãos, podemos observar muito do que realmente somos, independentemente das especulações feitas.
Talvez nunca chegaremos as nossas raízes verdadeiras, mas as descobertas ao longo do tempo aperfeiçoam quem de facto somos. Nunca deixem de ler, de estar a par dos progressos científicos, das novidades arquelógicas e astronómicas, façam o favor de ler as entre linhas e os parágrafos pequenos dos jornais e revistas, e claro as novidades em revistas serias sobre as novas descobertas e os novos avanços de conscienciologia.
Noutro post colocarei de forma tb sucinta, as descobertas de Aguillera sobre o que os Maias sabiam e conheciam.

Boa Leitura!!!

"O maior especialista vivo, em cultura suméria, é o historiador e arqueólogo Zecharia Sitchin nascido na Rússia e criado na Palestina, onde adquiriu profundos conhecimentos de arqueologia e história oriental. Formado em história pela Universidade de Londres, é um dos poucos estudiosos do mundo capacitados a traduzir a escrita cuneiforme, característica das civilizações mesopotâmicas, trabalhou como jornalista e editor em Israel e atualmente é escritor e consultor da NASA. Sitchin tem traduzido massivamente, ao longo de sua vida, os escritos de mais de duas mil placas sumérias encontradas em suas pesquisas arqueológicas. E tem escrito inúmeros livros contendo essas traduções e sua interpretação sobre o assunto. Basicamente, o legado do conhecimento sumério revela que a Terra, teve origem através da colisão de dois gigantescos corpos celestes, Nibiru e Tiamat. Os escritos afirmam que Nibiru, um planeta avermelhado (Que já foi avistado pela NASA e atualmente vem sendo chamado de “planeta X”) foi desviado de um sistema binário, há milhões de anos, e capturado pela gravidade do nosso Sol.

Esse planeta viajou em nosso sistema solar, abaixo da elíptica, passando por Netuno e Urano. Como seu campo magnético era muito intenso, ele deslocou Urano para seu lado quando passou por ele. Naquela época não havia o planeta Terra, mas sim outro planeta muito maior, Tiamat, coberto quase que só de água. Durante a trajetória, as luas de Nibiru atingiram Tiamat dividindo-o em duas partes, pulverizando a metade onde ele foi atingido (criando o cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter) e empurrando a outra metade para uma órbita mais baixa, a atual órbita da Terra. Durante esse processo, uma das luas de Nibiru foi capturada pela gravidade da Terra, e se tornou o nosso satélite. A primeira passagem de Nibiru foi responsável pela atual configuração do nosso sistema solar. Plutão era uma lua de Saturno que foi arrancada de sua gravidade e empurrada para a sua atual órbita. Em Fevereiro de 2000, chegava ao fim da ”Missão Near” (sonda Near) da NASA, chefiada pelo Dr. Cheng, confirmando esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo).

Nibiru tem um período órbital de 3600 anos se comparado com a Terra e orbita dois sóis. Os sumérios descreveram-no como sendo quatro vezes maior do que a Terra, de cor avermelhada, e responsável por grandes catástrofes, no nosso planeta, durante suas passagens através de nosso sistema solar. Eles explicam que a aproximação desse planeta foi à causa do dilúvio citado na Bíblia, devido a um deslocamento polar na Terra. Os estudiosos do legado sumério, têm se questionado como seria possível que uma civilização tão antiga tivesse informações tão precisas sobre astronomia, numa época onde supostamente não havia equipamentos tecnológicos? A resposta está no trabalho de Zecharia Sitchin. O conhecimento sumério, sobre o sistema solar, só poderia ser obtido por meio de uma fonte externa. Que fosse capaz de viajar pelo espaço e observar esses eventos. A dimensão do trabalho de Sitchin é tão importante que ele foi consultor pessoal dos generais norte-americanos Colin Powell e Norman Schwarzkopf, durante a guerra do Golfo. Powell, que posteriormente se tornou Secretário de Estado, tinha um particular interesse na organização militar dos sumérios. Coincidência ou não, nos últimos quinze anos as campanhas militares norte-americanas se tornaram extremamente intensas na região que foi o berço da civilização suméria.

Placa Suméria

As placas sumérias têm informações precisas sobre os planetas do sistema solar. O mais impressionante são os dados sobre Plutão (planeta que só foi descoberto em 1930). Eles sabiam o tamanho de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão era na verdade um satélite de Saturno que se “desprendeu” e ganhou uma nova órbita. Eles chamavam a Lua de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma ‘cabaça’ de ferro. Durante o programa Apolo, a NASA confirmou esses dados… Esse conhecimento seria possível há 3.000 anos? Em 1983, o Satélite Astronômico Infravermelho (IRAS) fotografou um grande objeto na imensidão do espaço. O astro seria tão grande quanto Júpiter e provavelmente poderia fazer parte do nosso Sistema Solar. Em 1987, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) anunciou oficialmente que admitia a provável existência do chamado Planeta X. Em uma conferência realizada no Centro de Pesquisas Ames, na Califórnia, o pesquisador John Anderson declarou: “Um décimo segundo planeta pode estar orbitando o Sol. Sua localização seria três vezes a distância entre o Sol e Plutão”. Recentemente a sonda norte-americana Soho e a sonda russa Norlok, registram o gigante Nibiru. A questão é delicadíssima. De um lado temos escritos de milhares de anos sobre a formação da Terra, com informações precisas e riquezas de detalhes, traduzidos pelo maior especialista em civilização suméria e de outro lado temos a discreta confirmação dessas informações pela maior agência espacial do mundo.

… A questão da origem do planeta Terra e da humanidade é, de fato, extremamente delicada, porque ameaça completamente o mainstream social moderno (pelo menos nas sociedades ocidentais). A humanidade é guiada pela ciência e/ou pela religião. Pelo empirismo ou pela fé. Entretanto, tanto um como o outro se tornaram instrumentos de poder para grupos poderosos interessados em dominar as grandes massas populares. Sistematicamente, os dois extremos têm ocultado ou distorcido, ao longo da historia, informações sobre a origem do homem no planeta. No campo científico, homens como Charles Darwin induziram a humanidade a acreditar que o homem evoluiu progressivamente e naturalmente de um tipo de antropóide. Essas afirmações foram baseadas nas observações e pressuposições de Darwin, que em suas viagens de estudos pelo mundo, desenvolveu a idéia de que um processo de seleção natural era responsável pelas mutações das diversas espécies de animais, para se adaptarem as mudanças geofísicas sofridas pela Terra no passado. Até aí tudo coerente, porém Darwin, precipitadamente concluiu que os seres poderiam sofrer qualquer transformação para se adaptarem. Para ele um lêmur voador poderia se transformar em um morcego, sobre uma determinada circunstância: - ”Não vejo qualquer dificuldade em acreditar na possibilidade de que a seleção natural possa desenvolver a membrana no lêmur voador, até transformá-la num verdadeiro membro alado, à semelhança do que deve ter ocorrido com o morcego”. Seguindo essa linha de pensamento ele concluiu que um símio poderia ter perdido os pêlos, a cauda, ter erguido a coluna vertebral, ficado inteligente e se tornado homem de maneira natural. Atualmente o Darwinismo também tem sido chamado de “teoria da origem inferior das espécies”. A antítese ao “evolucionismo” de Darwin é a ”teoria da origem superior das espécies”, uma variação da teoria criacionista, baseada nas descobertas de fósseis humanos descomunais e ruínas de construções megalíticas, encontrados em várias partes do mundo. O pesquisador suiço Erich Von Däniken foi um dos primeiros defensores modernos, da teoria da origem superior. Tendo viajado meio mundo e dedicado boa parte de sua vida ao estudo das civilizações antigas, como os sumérios, babilônios, hindus, incas, maias e astecas, Däniken é pioneiro na abordagem técnica sobre a influência de seres extraterrestres no desenvolvimento da vida na Terra. À despeito de inúmeras difamações e ataques sofridos, escreveu diversos livros, entre os quais o clássico ”Eram os Deuses Astronautas?”, enfatizando sistematicamente que as mutações fisiológicas, além do fator “inteligência”, foram introduzidos no hominídeo ancestral, via engenharia genética, resultando no homo-sapiens. E todo o processo civilizatório foi igualmente, introduzido pelos mesmos seres, supostamente superiores, gradativamente. Däniken, através de seminários e palestras, foi o primeiro pesquisador a confrontar o sistema e expor publicamente essa linha de pensamento. Seus trabalhos, muito ricos em detalhes, são referências obrigatórias para quem estuda esse assunto, sendo, inclusive mencionados por Sitchin.

Segundo os sumérios, essa raça de extraterrestres eram os Anunnaki (Os Do Céu Que estão Na Terra), que mais tarde foram chamados de Elohim (Senhores do Céu). Humanóides gigantes vindos do planeta Nibiru e que devido à problemas no seu ecossistema, decidiram iniciar um processo de colonização no nosso planeta, por volta de 450 mil anos atrás. A primeira expedição Anunnaki, liderada pelo mega-cientista ENKI (Senhor da Terra) , aterrissou na região do Golfo Pérsico, onde estabeleceu a primeira base de operações: ERIDU (Lar Longínquo Construído).

placa1

… O plano original era extrair ouro do mar, o que de fato foi feito, mas à medida que esse processo foi ficando inviável, a única alternativa foi extrair o minério do sudeste da África, que já havia sido explorada por ENKI. Sem perda de tempo ele partiu para o continente africano, com uma equipe e ergueu o complexo ABZU. O ouro obtido nas minas da região iria ser transportado em embarcações até a Mesopotâmia, para derretimento e refinamento. Em seguida os lingotes eram enviados, através de uma nave de carga até outra nave que ficava orbitando a Terra, aguardando a chegada periódica de uma nave-mãe que levava o precioso metal para Nibiru, para ser usado como partículas suspensas, na atmosfera, a fim de conter o avanço de um fenômeno semelhante ao efeito estufa.

A ampliação das atividades de mineração, trouxe uma segunda expedição liderada pelo comandante ENLIL (Senhor do Comando), meio-irmão de ENKI e logo os Anunnaki ergueram um gigantesco complexo logístico nas imediações do Monte Ararat (Turquia). ENKI e ENLIL eram filhos do governante de Nibiru, ANU (Senhor das Alturas) e rivais, devido ao fato de que, mesmo sendo primogênito, ENKI não era o primeiro na linha de sucessão do trono nibiruano, mas sim ENLIL. Posteriormente uma terceira missão foi enviada, liderada pela médica-geneticista NINTI (Senhora da Vida), meia-irmã dos dois líderes, acirrando a disputa entre eles. Contudo, ao longo do trabalho dos Anunnaki, que já eram aproximadamente 600 na Terra, além de mais 300 em órbita, uma série de conflitos culminaram em um motim, durante uma inspeção de rotina, nas minas africanas. Os Anunnaki, astronautas e cientistas, improvisados como operários mineradores, reclamavam das tarefas designadas. Pressionado, ENLIL informou a ANU sobre a revolta e se dispôs à abandonar o comando da missão e retornar ao seu planeta. Uma corte marcial foi instaurada e ANU, tendo vindo à Terra, exigia que os líderes do motim se revelassem. Ouvindo os depoimentos, ANU concluiu que o trabalho era realmente muito duro e as reivindicações dos Anunnaki eram justas. Mas como interromper a mineração do ouro? O equilíbrio do ecossistema de Nibiru dependia do metal. ENKI, imediatamente ofereceu uma solução genial. Ele informou que no sudeste africano, vagava um ser que poderia ser treinado para executar o trabalho de mineração e desde que a ”marca dos Anunnaki” (DNA) pudesse ser colocada nele. ENKI se referia a uma espécie de hominídeo que tinha evoluído naturalmente na Terra, mas que ainda estava num nível evolucionário extremamente distante do atingido pelos habitantes de Nibiru, não obstante ENKI sabia que esse primata, assim como todos os seres da Terra, possuía material genético compatível com os de Nibiru, porque aqui a vida teria se iniciado com esporos orgânicos trazidos de lá, após a colisão com Tiamat. Esse tipo de fenômeno, denominado de Panspermia* Cósmica, segundo cientistas de vanguarda, é comum nas galáxias, podendo ocorrer de forma acidental ou dirigida, como fizeram os Anunnaki.

Na unidade médica de ABZU, ENKI e NINTI concluíram que poderiam extrair o óvulo de uma fêmea primata, fertilizá-lo, in vitru**, com o espermatozóide de um macho Anunnaki e implantá-lo no útero de uma fêmea Anunnaki. Após muitas tentativas e erros, estava criado o modelo perfeito do homo-sapiens. O processo foi repetido várias vezes, formando a primeira geração de híbridos humano-alienígenas, na Terra, que, contudo eram estéreis. E à medida que os LULU (Trabalhadores Primitivos) eram desenvolvidos e encarregados no trabalho de mineração na África, os Anunnaki que trabalhavam na Mesopotâmia começaram a invejar os seus colegas e a clamar pela presença de humanos naquela região. Apesar das objeções de ENKI, ENLIL apoderou-se de um grupo de terráqueos e os levou para a principal base do Golfo Pérsico, ERIDU.

“Iahweh (ENLIL) tomou o homem e o colocou no Jardim do Éden para cultivar e guardar”. Gênesis

A característica de longevidade do relógio biológico dos Anunnaki, onde 1 ano corresponde à 3.600 anos terráqueos, não foi inicialmente introduzida no material genético da primeira geração de humanos, que envelhecia rapidamente e tinha vida curta, o que levou ENKI a aperfeiçoar a manipulação genética dos híbridos, usando seu próprio esperma. Ele e NINTI desenvolveram outro “modelo perfeito” de terráqueo, um macho que foi o primeiro representante da raça adâmica. O ADAMU ou ADAPA (Aquele Nascido na Terra) possuía alto grau de inteligência e longevidade maior. Em princípio, os primeiros híbridos machos e fêmeas eram estéreis e foram gerados no útero de NINTI e das enfermeiras voluntárias de sua equipe médica. Sitchin ressalta que durante as muitas tentativas e erros dos dois cientistas nibiruanos, para a criação do “humano ideal”, várias espécies de mamíferos, anfíbios, répteis, aves e peixes, foram utilizados como doadores de material genético. O resultado dessas ousadas experiências foram seres antropomórficos, de aspecto exótico ou monstruoso, que ficaram conhecidos, ao longo da história, como quimeras (centauros, cíclopes, hárpias, tritões, sereias, minotauros, hidras, górgonas, sátiros, etc). Criaturas que possuíam cabeça e tronco humano e membros inferiores de animais ou às vezes, o inverso, ou uma bizarra combinação de ambos ou de vários animais, ou ainda seres humanos com dois pares de membros superiores. Algumas placas sumérias com anotações de ENKI, à respeito dessas experiências, revelam que muitos tinham sérias disfunções biológicas, mas outros se adaptavam bem e desenvolviam, inclusive alto grau de inteligência. Ao contrário do que se pensa, esses seres não eram meros mitos, mas sim resultado de avançada engenharia genética. A ciência moderna, secretamente, tem dado os primeiros passos em direção a essas atividades (Por exemplo: Transplante de órgãos de animais em seres humanos). O fato é que esses seres fantásticos conviviam com os humanos criados pelos Anunnaki, e foram citados em muitos textos de civilizações antigas, principalmente as greco-romanas e indo-européias. Alguns deles ficaram famosos em seus tempos, como a górgona Medusa, o sátiro Pan e o ser minotauro, da ilha de Creta, ou o homem-pássaro hindu Garuda. Inicialmente eram considerados semideuses, mas à medida que as civilizações iam ficando mais sofisticadas, esses seres passaram a ser vistos como ameaças e foram perseguidos e combatidos por homens como Gilgamesh, Perseu e Hércules.

À despeito das quimeras, o projeto do homo-sapiens foi bem sucedido, mas a primeira geração de híbridos não procriava, então ENKI decidiu criar clones modificados, utilizando o DNA mitocondrial de sua esposa NINKI (Senhora da Terra)combinado com o DNA do tecido retirado de ADAMU, criou uma fêmea apta para procriação. Sendo assim ”Adão e Eva”, do livro do Gênesis, receberam o “fruto do conhecimento”, ou seja, foram iniciados no conhecimento sobre procriação, além de outros assuntos. Sitchin diz ainda, que o mito da “serpente tentadora” do Éden, se refere ao termo ”Nahash” (Portador do Conhecimento), um dos muitos epítetos de ENKI, que enalteciam suas habilidades científicas. O brilhante Anunnaki possuía um cajado de metal, em forma de haste circundada por duas serpentes, em referência a dupla hélice do DNA humano. Esse símbolo, o Caduceu, foi adotado pela Medicina em todas as épocas. O fato é que ENKI e NINTI eram brilhantes cientistas e dominavam plenamente a ciência da manipulação genética, se referindo a ela como a ciência da “Árvore da Vida”. Sitchin revela uma curiosidade interessante: A palavra “mãe” se originou de MAMI, um dos epítetos suméricos de NINTI, a Senhora da Vida.

“Com amplo entendimento ele o aperfeiçoara…

Para ele dera o Conhecer…

A vida eterna não lhe concedeu.” Gênesis

ENLIL, além de comandante e administrador, também tinha profundos conhecimentos científicos em engenharia genética, mas era totalmente contra a sua aplicação em seres humanos e animais, só tendo permitido as experiências de ENKI porque o ecossistema de Nibiru dependia do sucesso delas. ENLIL fazia uso dos seus conhecimentos somente para modificação de sementes e grãos de vegetais e ENKI, além das experiências com os humanos, modificava animais que seriam usados para alimentação ou produção, como vacas e ovelhas. Não é possível afirmar se ENLIL realmente era contra as experiências com humanos, por valores morais ou somente por rivalizar o irmão. Ele sempre mantinha ANU informado sobre tudo que ocorria na Terra, que curioso para ver o resultado do trabalho de ENKI e NINTI, ordenou que ADAPA fosse levado à sua presença. ENKI temia que este consumisse alguma substância, que aumentasse o seu ciclo biológico e o induziu a evitar os alimentos que lhe fossem oferecidos, contudo, ANU, surpreso com a perfeição da “criação”, quis que o ADAPA fosse mantido em Nibiru, mas ele acabou sendo trazido de volta à Terra e ficou temporariamente sob a guarda de ENLIL, na base EDIN/Éden (Lar dos Justos), no Oriente Médio. Eventualmente ADAPA e sua fêmea começaram a amadurecer sexualmente e esse fato irritou profundamente ENLIL que sempre se opunha aos planos de ENKI e tomado pela ira, os expulsou da base. Eles retornaram para a base africana ABZU e começaram a reproduzir. Sua prole era então clonada por ENKI para acelerar e ampliar a descendência e as gerações futuras geravam mais e mais humanos de agradáveis aparências físicas e portadores do gene de longevidade Anunnaki, embora vivessem bem menos que eles. Mas ainda assim atingiam idades fantásticas para os padrões biológicos atuais.

Os textos do Antigo Testamento falam que os homens das primeiras gerações adâmicas, viviam centenas de anos e em alguns casos quase atingiam a idade de 1000 anos, como exemplo, Matusalém, Noé e Enoque, que foram alguns dos principais patriarcas pré-diluvianos. Mas Sitchin faz uma revelação perturbadora: Segundo ele as primeiras civilizações humanas aprenderam a fazer cálculos baseados numa média orbital entre Nibiru e a Terra. Como os Anunnaki controlavam o seu tempo baseado na órbita do seu planeta, os homens foram instruídos a fazer cálculos com esse referencial. A primeira grande civilização pós-diluviana, a sumérica, dominava o complexo sistema matemático elaborado pelos Anunnaki, para aplicação na Terra, onde o dígito 1 correspondia à 60 unidades (o atual sistema cronográfico onde 1 h. = 60 min. = 3.600 seg. é baseado nesse modelo), portanto o ciclo de vida dos primeiros homens adâmicos, seguindo esse padrão, poderia ter durado alguns milhares de anos. Essa característica genética foi mantida até as primeiras dinastias egípcias, quando então começou a se deteriorar, porque o próprio relógio biológico dos Anunnaki ficou debilitado pela vida neste planeta.

Sitchin faz uma observação, em seus livros, à respeito da raça adâmica e da origem do nome Adão: Ele admite que possivelmente não havia um indivíduo assim chamado, mas de fato o primeiro modelo ideal do homo-sapiens ficou famoso entre os Anunnaki e os homens da Terra, porque foi a primeira matriz biológica e porque gozava da proteção de ENKI, que o chamava de ADAPA (Nascido na Terra). Se de fato ele foi clonado, é possível que em determinado momento o termo passasse a se referir a toda a primeira geração de homens. Sendo assim, é provável que algumas citações históricas distorcessem o termo ADÃO/ADAMU/ADAPA p/ o singular, assim como foi feito com a palavra Elohim (“deuses” e não “Deus”).

Um detalhe interessante sobre a descendência de Adão e Eva pode ser observado no incidente de Caim e Abel. Sitchin tem uma teoria muito interessante: ENKI teria ensinado a pecuária aos homens e ENLIL, a agricultura. Caim e Abel eram respectivamente agricultor e pastor e lideravam grupos de trabalhadores nessas atividades. As constantes disputas entre os dois líderes Anunnaki acabaram influenciando o comportamento dos humanos. E desentendimentos e ciúmes entre os trabalhadores acabaram culminando no assassinato de Abel. Então Caim foi condenado ao exílio por ENLIL, que ficara perplexo diante da primeira demonstração de violência entre os homens e pretendia evitar que aquilo gerasse uma reação em cadeia. Tomado de pavor de uma vingança, Caim teria implorado a ENLIL que o protegesse. O comandante Anunnaki, irado pelo crime contra seu pupilo, Abel, se manteve irredutível na sua decisão, mas pediu a NINTI que lhe fizesse uma modificação genética p/ que os outros homens soubessem que ele carregava um “sinal de Deus” e não o molestassem. A famosa ”marca de Caim”, citada no Antigo Testamento, consistia numa alteração cromossômica para que os seus descendentes não tivessem pêlos faciais. Banido, Caim teria vagado com sua família e seguidores por longas distâncias e Sitchin sugere que eles teriam chegado até a América Central e se fixado lá. Sua descendência, ignorada pela história, teria sido a base genética dos ameríndios, que têm como característica principal a ausência de pêlos faciais.

Ao longo dos milênios as gerações de humanos, deixavam de ser apenas trabalhadores ou escravos nas minas. Eventualmente aprendiam novas tarefas e logo cozinhavam, dançavam, tocavam músicas, eram instruídos em todas as ciências e até construíam “casas” para os “deuses”, que eles chamavam de “templos”. Logo o objetivo central da missão, foi desaparecendo e os Anunnaki pareciam se agradar daquela excelente vida na Terra. Porém, como havia poucas mulheres nibiruanas na Terra, muitos Anunnaki se sentiram atraídos pelas fêmeas humanas e começaram a tomá-las por suas mulheres: ”Quando os filhos dos deuses viram que as filhas dos homens eram bonitas, as tomaram como esposas”. Desse cruzamento nasceram os híbridos gigantes, os chamados nefilins, anakins, refains ou titãs. Sitchin afirma que, segundo os sumérios, a estatura média dos Anunnaki é de 3,5 a 4m atingindo até 7m e que seus descendentes titãs mantiveram esse nível. O fato é que em alguns milênios eles acabaram organizando os homens em centros urbanos e os instruíam em todos os seguimentos possíveis, gerando então poderosas civilizações. Däniken, em seus estudos, cogita a possibilidade das lendárias civilizações da Lemúria e Atlântida, terem sido as primeiras erguidas por esses seres, que conviviam com a humanidade, e foram adorados como deuses e semideuses.

Porém, em certo momento as relações entre homens e Anunnaki ficaram comprometidas por ódios e paixões, levando-os a toda sorte de comportamentos bizarros, que se agravavam mais ainda pela aproximação do planeta gigante Nibiru, que já estava causando terríveis mudanças no clima agradável do planeta e logo os flagelos naturais somados às perturbações sociais, causaram a deterioração moral daquela sociedade híbrida. Esses fatos irritavam seriamente ENLIL que estimulava cada vez mais a desconfiança em ANU e nas altas hierarquias Anunnaki, que já repudiavam o comportamento dos alienígenas nesse planeta. Cedendo a pressão de ENLIL, ANU ordenou que os chefes Anunnaki se reunissem em conselho para julgarem a humanidade e decidirem o que deveria ser feito, como punição. Aproveitando a nova passagem de Nibiru, pelo nosso sistema solar, que causaria um cataclismo na Terra, ENLIL e ANU votaram por deixar a humanidade ser dizimada. Essa decisão acabou aceita pela maioria do conselho, mas sob protestos veementes de NINTI e ENKI. O fato é que prevaleceu a pressão e o poder de persuasão de ENLIL sobre ANU que obrigou o conselho a prestar juramento de que não alertaria os homens quanto à catástrofe iminente. A grande verdade é que o transtorno planetário, foi usado por ENLIL para fazer uma “limpeza racial” na Terra porque não admitia a miscigenação entre os Anunnaki e os terráqueos.

“Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então o Senhor arrependeu de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito.” Gênesis

Inconformado e temendo pela sua obra, ENKI designou, secretamente, um homem, de nome sumério ZIUSUDRA (Noé ou Noah, em hebraico), para reunir grupos de humanos e espécies de animais diferentes, que seriam salvas das inundações do planeta causadas pelo deslocamento dos pólos, devido à aproximação de Nibiru, em uma nave submarina submergível desenvolvida por ele, para essa finalidade. ENKI elaborou ocultamente um plano de sobrevivência para os seres selecionados por ZIUSUDRA, pois não ousava desafiar seu pai ANU, nem as hierarquias de Nibiru. Sem tomar conhecimento do seu plano, os Anunnaki evacuaram a Terra e de suas naves estacionadas na órbita do planeta, observaram o desastre e se entristeceram, sofrendo pela destruição daquela grandiosa obra e amargurados por terem abandonado os humanos ao terrível cataclismo. Com a passagem de Nibiru, duros tempos se iniciaram na Terra.

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Um detalhe curioso revela o grau de comprometimento de ENKI com a humanidade naquele momento: Tendo sido obrigado a prestar juramento, ele não podia revelar aos homens sobre o perigo iminente e nem ajudá-los, mas incorfomado com a situação encontrou uma peculiar maneira de alertar pelo menos um pequeno grupo. Nos tabletes sumérios, referentes ao episódio do dilúvio, é mencionado que ENKI tinha consciência que não podia contar aos homens, mas nada o impedia de “falar com as paredes”. Uma noite ele se aproximou da casa onde morava ZIUSUDRA, se detendo do lado de fora perto do aposento onde este dormia, e falando alto ou através de algum aparelho, propagou sua voz pelo local dizendo: “Parede, o teu senhor ENKI te ordena que construa uma embarcação, reúnam quantos familiares e agregados puderes, abandona tuas posses e salva tua vida, pois os elohim condenam a humanidade à morte…” ENKI teria deixado um tipo de relógio regressivo, sensível às oscilações geodésicas e um projeto de construção de um submergível a cargo de um Anunnaki de sua confiança designada para ajudar Noé. Além de ter feito uma seleção de animais e espécies de plantas para redistribuir pelo planeta após o holocausto.

Entre muitos pontos em comum, nos textos de Däniken e Sitchin, um particular chama a atenção: Os dois autores afirmam que no processo de exploração do nosso sistema solar, os Anunnaki teriam construído bases de operações em Marte e nas suas luas. Nos primeiros milênios após sua chegada à Terra, essas bases teriam servido de “escalas” até Nibiru, durante o período de transporte do ouro extraído aqui e além da mineração na Terra, os Anunnaki também extraíam silício na nossa lua. Sendo assim, Sitchin argumenta que essas bases teriam servido de refúgio para os extraterrestres durante os anos pós-diluvianos, quando o elevado nível dos oceanos não permitia o retorno à Terra.

Quando o nível das águas cedeu e as camadas de lama que cobriam a Mesopotâmia secaram, o suficiente para permitir o repovoamento, os Anunnaki retornaram à Terra e se surpreenderam quando viram os sobreviventes do cataclismo. E num primeiro momento se indignaram quando ENKI revelou ter elaborado o plano de sobrevivência das espécies terráqueas. Contudo, a revolta cedeu lugar ao contentamento, pela possibilidade de reconstruir a humanidade. NANNAR, um dos filhos de ENLIL, recebeu uma extensão de terra que ia do oeste até o Mediterrâneo e ficou encarregado de reconstruir ERIDU, que viria a se tornar Summer ou Suméria e fundando outras, como Ur, a cidade onde nasceu Abraão. Ao filho mais novo de ENLIL, ISHKUR (Senhor das Montanhas Distantes), coube as terras a noroeste. Ásia menor e as ilhas do Mediterrâneo, onde a “realeza” Anunnaki se espalhou, dando origem ao panteão dos deuses greco-romanos. ENKI e seus descendentes, entre eles seu filho NINGISHSIDA (Senhor da Árvore da Vida) ficaram encarregados de reconstruir ABZU, nas terras africanas. De fato, todo planeta foi repartido entre os Anunnaki, que se tornaram as deidades das mitologias indo-européias, asiáticas e andinas. Däniken, menciona que em determinado momento, NINGISHSIDA (chamado de TOTH pelos egípcios), teria ido para a América Central explorar a região dos Andes, juntamente com um grupo de sobreviventes africanos e teria erguido a civilização dos olmecas, que seriam os mentores dos astecas (segundo Däniken, a palavra asteca deriva da raiz az-tlan e se refere aos sobreviventes que vieram das terras da Atlântida). Ele ainda especula que a base do povo asteca era formada pela descendência de Caim misturada com os exilados atlantes. Sitchin não faz menções sobre a Lemúria e Atlântida, mas as peças acabam se encaixando. No comando dos olmecas e dos astecas e maias, o hábil e engenhoso NINGISHSIDA teria ficado conhecido, como o deus Quetzalcoatl (A grande Serpente Emplumada). ISHKUR, posteriormente, também teria ocupado as terras da península de Yucatán, no México, e ficou conhecido como o deus Kulkul kan.

As civilizações reerguidas na Mesopotâmia fizeram várias citações aos Anunnaki e a mais peculiar é a que deu base para a referência bíblica dos ”Nefilins, os anjos caídos! Aqueles que desceram dos céus para cruzarem com as mulheres dos homens!” Zecharia Sitchin relata que na sua juventude, durante uma aula de hebraico, sobre o capítulo VI do livro do Gênesis, ousadamente questionou seu professor sobre o termo ”gigante” ser o significado da palavra Nefilim. Sitchin enfaticamente afirmou que mesmo derivando da raiz ”nefal” (queda), o significado real seria ”aqueles que foram lançados” ou ”aqueles que aterrissaram na Terra”. Nos anos que se seguiram, à medida que aprendia a língua, a história e a arqueologia do antigo Oriente Médio, os Nefilins tornaram-se uma obsessão. Os achados arqueológicos e a decifração dos textos sumérios, babilônicos, assírios, hitititas, cananitas e outros textos antigos e contos épicos foram progressivamente confirmando a precisão das referências bíblicas à reinos, cidades, governos e culturas na antiguidade. Não havia mais dúvidas de que os Nefilins foram os visitantes da Terra, vindos do céu, num passado distante.

“Esses Nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houveram na antigüidade.” Gênesis

“Antes haviam habitado nela os Emins, povo grande e numeroso, e alto como os Anaquins; eles também são considerados Refains como os Anaquins; mas os moabitas lhes chamam Emins.” Deuteronômio

“Porque só Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu comprimento é de nove côvados [4 metros], e de quatro côvados [1,78 metros] a sua largura, segundo o côvado em uso.” Deuteronômio

“Também vimos ali os Nefilins, isto é, os filhos de Anaque e éramos aos vossos olhos como gafanhotos.” Números

“Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Goliah, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo [2,89 metros].” 1 Samuel

Os relatos das civilizações antigas estão repletos de referências a seres de tamanho gigantesco, força descomunal e portadores de tecnologias avançadíssimas, participando direta ou indiretamente nas sociedades humanas. Devido às suas potencialidades, eles foram sistematicamente considerados divindades: Os nefilins da mitologia hebraica, o panteão egípcio, os deuses do Olimpo, cíclopes e titãs da mitologia greco-romana; os suras, asuras e devas da mitologia hindu; os guerreiros do Valhalla da mitologia escandinava não eram outros senão os Anunnaki. Gigantes astronautas de tempos imemoriais, vindos do planeta Nibiru. Particularmente, os sumérios, sempre foram pragmáticos ao explicar de onde eles vieram, porque estavam aqui e porque agiam como agiam. E sem sombra de dúvida, as gritantes marcas das atividades desses seres estão, definitivamente, espalhadas pelo mundo. Em monumentos, monólitos e ruínas milenares espalhadas pelos continentes e mesmo no fundo dos oceanos e certamente na estrutura genética dos seres humanos (genes recessivos), desafiando à nossa medíocre compreensão. Não admitir tal verdade é uma tolice, que pode ter um custo muito alto para a humanidade!

Eu gostaria de ressaltar um fato ocorrido, que foi divulgado amplamente na internet. Recentemente uma empresa árabe de fornecimento de gás natural chamada ARAMCO, durante uma de suas escavações numa região desértica, ao sudoeste da Arábia Saudita, chamada ”RAB-UL-KHAALEE” (quartel vazio), encontrou um esqueleto humanóide absurdamente gigantesco. Provavelmente o maior revelado até hoje. Quando a notícia foi divulgada, em sites de notícias na internet árabe, imediatamente as forças armadas árabes isolaram toda a área, impedindo totalmente o acesso ao local. Exceto aos funcionários da ARAMCO. Helicópteros militares sobrevoaram a área e tiraram várias fotos e o governo árabe negou-se a qualquer esclarecimento, considerando o assunto estritamente secreto. Porém, algumas dessas surpreendentes fotos vazaram e foram publicadas em inúmeros sites na web. Poucos dias após a divulgação mundial do caso, surgiram posts em fóruns de ufologia explicando que a foto do esqueleto seria uma fraude. Uma montagem, resultado do trabalho da empresa de designer gráfico Worth1000, para fazer propaganda dos produtos Corel Draw e Photoshop. Junto com o texto outra foto foi divulgada, que supostamente seria a mesma tirada no local das escavações da ARAMCO, porém o fóssil encontrado teria sido de um mastodonte e a foto teria saído dos arquivos da Cornell University, norte-americana. Então os sites que publicaram o primeiro material sobre o evento, imediatamente retificaram seus textos, concluindo que as imagens foram editadas por alguém ligado à empresa. Um ”hoax”! Será? Analise os detalhes:

* Se a ossada encontrada no local era realmente de um mastodonte, por que o governo da Arábia Saudita, onde seguramente achados arqueológicos são comuns e corriqueiros, deslocaria o exército para isolar a área e se negaria a dar informações sobre o caso, alegando que se tratava de “assunto sigiloso”?

* Por que, se de fato foram tiradas fotos da ossada de um mastodonte, as outras fotos não foram divulgadas para eliminar qualquer dúvida de uma “fraude”? Obviamente que diversas fotos de ângulos e distâncias diferentes seriam incontestáveis e, no entanto apenas duas fotos foram usadas para comparação. E todas “tiradas” do alto. Quem conhece o básico sobre designer gráfico e utiliza com certa frequência programas como Corel Draw e Photoshop, sabe que é muito mais fácil fazer montagens com fotos tiradas do alto, do que no mesmo nível do objeto.
* Ao analisar a primeira foto, você vai perceber a complexidade com o que o esqueleto humanóide está misturado com o terreno, semi enterrado, a disposição dos ossos, a iluminação e sombras no fosso.

* O detalhe definitivo: Se houve montagem da mesma foto (primeira e terceira), por que,na suposta “montagem”, onde aparece o humanóide, o solo está seco? E no suposto “original” onde aparece o mastodonte, o solo está enlameado, encharcado d’água. Preste atenção na foto do meio: um cano ou mangueira molhando o fosso.

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Re: 2012 e o 13º signo

Mensagem por Lifebringer em Ter Jan 11, 2011 8:49 pm

Sem querer ser "desmancha-prazeres", vou ter de fazer uma data de correcções e alertar para alguns pontos muito importantes acerca deste texto.

Eu devo adiantar que já pessoalmente não sou grande fã deste tipo de teorias e perspectivas mais "New Age", sobre "revoluções na consciência", "regresso dos anjos à Terra", "crianças índigo e novas ordens de consciência", "extra-terrestres como seres iluminados", etc. acima de tudo devido à quantidade de má informação que anda à solta por aí (especialmente se considerarmos a internet) e a quantidade de pseudo-teorias todas muito "bem formuladas" e cheias de retórica forte, palavras sonantes e/ou até mesmo termos científicos todos rebuscados à mistura que grande parte das vezes não passam de maneiras dos respectivos autores aproveitarem esta onda "New Age" para enriquecer e/ou ganhar fama e reconhecimento à custa do interesse daqueles que na sua inocência pesquisam todo o tipo de temas dentro da área. Nesse campo, 2012 então tem sido uma verdadeira mina para todos aqueles que têm vindo a "aproveitar a onda" para lançar o seu próprio sucesso.

A prova disso é a quantidade de livros e artigos que se vê sobre isso, que consegue até superar a quantidade de romances de vampiros que foram lançados após twilight. Essa onda de pseudo-teorias "New Age" vai tão longe que até já vi publicado um livro com o título "Maddie, uma criança índigo?" entre outras pérolas semelhantes. Como disse, costumo "torçer um pouco o nariz" a esse tipo de teorias, principalmente quando elas começam a ganhar um toque sci-fi à mistura. Mas é a quantidade de má informação supostamente "cientificamente provada" pelos autores que realmente me assusta, porque muita gente navega por aí inocente e sem ideia do que está a ler, e nem sonha dos disparates que através de falácias lhes estão a ser impostos como "verdades sólidas e surpreendentes".

O caso da teoria de Zacharia Sitchin é precisamente um dos casos com o qual eu já me deparei há uns anos atrás e que já foi mais do que fortemente refutado devido a erros graves (e por vezes até infantis), fortes falácias e inconsistências na sua teoria, que vão desde o seu conhecimento e tradução de escrituras antigas (a base de toda a sua teoria) estar errada até interpretações forçadas e bastante falaciosas e até mesmo verdadeiros atentados às leis naturais que deviam envergonhar qualquer um que se diga minimamente culto em ciência a partir do momento que lhe surjam na cabeça.

Os motivos que tornam a teoria de Sitchin impossível são bastantes e irei aqui mencionar vários, mas antes de mais nada vou deixar alguns links nos quais os interessados poderão ver tudo isso ao pormenor, onde arqueólogos e cientistas especializados apontam ao detalhe a quantidade de erros básicos e falácias cometidas por Sitchin ao estruturar a sua teoria:

Link 1 -> sitchiniswrong.com -> versão resumida
Link 2 -> Mesmo site, mas dividido em categorias para o utilizador navegar
Link 3 -> O site badastronomy.com demonstra o porquê da impossibilidade do planeta "Nibiru" (Infelizmente da última vez que verifiquei o badastronomy estava em baixo)


Agora fazendo alguns pequenos resumos dos erros e falácias de Sitchin ao construir a sua teoria individualmente:

1 - Física básica:

Sitchin defendeu que o planeta "Tiamat" levou uma pancada, parte destruiu-se e a outra foi lançada em direcção ao Sol, tendo chegado à actual órbita da Terra e passado a descrever essa órbita. Isso é impossível por questões de física básica! É o mesmo que por exemplo, um carro estar parado na passagem de nível, ser atingido por um comboio e ser cosnequentemente projectado (cenário 1), e depois a meio do caminho enquanto está a ser projectado, simplesmente vira a sua trajectória e passa a tomar uma direcção perpendicular ao comboio (cenário 2). Por motivos óbvios, isto fisicamente é impossível. Ainda se agrava mais no caso da teoria de Sitchin se tivermos em conta que a Terra tomava um movimento na direcção que a gravidade do Sol a puxava, e de repente muda para uma direcção perpendicular a essa mesma gravidade. Penso ser desnecessário apontar as falácias físicas presentes aqui.




2 - Traduções erradas

Já foi apontado por vários historiadores entendidos na língua suméria e hebraica que as traduções de Sitchin muitas vezes não fazem qualquer sentido e que por várias vezes Sitchin decide arbitrariamente dar as suas próprias traduções a certos símbolos ou palavras. Por vezes os efeitos chegam mesmo a ser ridículos, como num dos exemplos mencionado nos links que aqui deixei (e por outros autores também, mas infelizmente não consegui encontrar os artigos deles novamente) que fala do uso da palavra hebraica "shem" que significa nome ou reputação, mas que para Sitchin por algum motivo significava... plataforma de foguetes.

E então o seguinte texto bíblico -> Genesis 11, referência a Babel:

"let us build us a city and a tower, whose top may reach unto heaven; and let us make us a name, lest we be scattered abroad upon the face of the whole earth."

Sitchin decidiu que queria antes dizer:

"let us build us a city and a tower, whose top may reach unto heaven; and let us make us a rocket launcher, lest we be scattered abroad upon the face of the whole earth."


Toda a teoria de Sitchin se baseia nas suas traduções dos textos Sumérios, e a teoria cai a partir do momento em que essas mesmas traduções estão fortemente falseadas por Sitchin. Lembra-me quando eu na brincadeira (e algum pessoal aqui do fórum conhece esta hsitória) provei matematicamente e cientificamente que o Universo era um pato, a partir da função pato Y = -X que rege tudo no Universo, e que por teoria de conjuntos o "conjunto Universo" é um conjunto aberto e fechado ao mesmo tempo, etc.

Toda essa teoria do "Universo Pato" também faz perfeito sentido claro... excepto por uma coisa: y = -x não quer dizer pato! Assim como "shem" não quer dizer lança-rockets e grande parte das traduções de Sitchin também só se traduzem de tal maneira na cabeça dele.

Para além disso, a própria continuação desses mesmos textos que Sitchin "traduz" refuta a sua teoria, como demonstra o exemplo dado por um dos sites que referi, ao comentar um excerto do "Enuma Elish" :

" The Anunnaki set to with hoes

(Unusual tools for rocket-building!)

One full year they made its bricks

(A rocket made of bricks! Sounds like a building to me)"


3 - Informação falsa e ocultada:

O autor desse mesmo site escreveu a Sitchin há uns anos atrás, a confrontá-lo com alguns desses factos, mas nunca teve uma resposta do mesmo. Ele e Sitchin foram uma vez convidados para um debate num programa. Ele aceitou, mas Sitchin permaneceu sempre em silêncio. Também o "esquema do sistema solar" dos Sumérios no qual Sitchin defende que o Sol tem outro símbolo, ao comparado com outros exemplos do mesmo esquema por esses mesmos Sumérios, nota-se claramente a diferença para aquele que é o símbolo que usam para o Sol. No entanto, todos esses outros exemplos foram misteriosamente ocultados e ignorados como se não existissem por Sitchin.
Outra coisa ocultada (e que estava também presente no Badastronomy mas não consigo encontrar visto o site estar em baixo) é que a própria "informação" de que "A NASA já avistou o planeta X" é também ela falsa e infundada. A NASA nunca verificou a existência de um "planeta X" e antes pelo contrário, refere que tendo o tamanho que o planeta deveria ter, e assumindo que se cruzava com a Terra em 2012, é impossível o planeta não ter sido já visto, e mais ainda, ser possível de se ver bem claramente a olho nu pela Terra. E esta informação tem já alguns anos, ou seja, agora em 2011 isso ainda mais verdadeiro seria.


Fénix, lamento imenso ter de fazer esta crítica ao texto depois de teres tido o trabalho de procurar e colocar aqui, mas claramente tendo-me cruzado já no passado com esta teoria e a refutação da mesma, não poderia deixar este tipo de informação circular por aí como "arqueologicamente apoiada" e como sendo uma teoria válida.
Não é nada pessoal, acredito que tenhas procurado e colocado isto com boas intenções, e tal como eu há uns anos atrás, tenhas "ido enganada" de encontro à teoria de Sitchin. Mas obviamente não pude deixar de alertar para a questão ao ver este post.

Eu geralmente, como referi, "torço muito o nariz" a essas teorias mais "New Age", porque efectivamente há imensa "má informação" a circular por aí, e é por vezes muito difícil filtrar o "lixo" daquilo que tem algum valor. Uma boa retórica às vezes consegue convencer-nos plenamente da validade de umas quantas barbaridades infundadas, e fazer-nos ignorar estarem desprovidas de factos, ou mesmo terem factos a refutá-las. Geralmente, por isso mesmo, mantenho distância desse tipo de teorias, ou se me deparo com elas, faço sempre a minha pesquisa muito bem feita para ver até que ponto a coisa tem alguma validade ou não. A "era da informação" é uma coisa muito bonita, mas infelizmente também se tornou bastante perigosa e hostil para quem procura algum conhecimento saudável.
Eu geralmente tenho uma perspectiva bastante mais simples da coisa, e a minha espiritualidade é bastante mais "à Alberto Caeiro". Simples e natural, sem teorias e filosofias complexas. Absorvo aquilo que faz sentido para o meu coração e entra naturalmente em mim. O resto... tenho sempre muito cuidado.

Mas pronto, que isto sirva também um pouco de "precaução" a todos aqueles que se cruzem com teorias semelhantes, para verificar tudo muito bem verificado, e assim ter sempre algum auxílio no processo de filtrar a boa informação na má. Não é fácil, mas quanto mais preparada para isso a pessoa for melhor.
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Re: 2012 e o 13º signo

Mensagem por Bastet em Ter Jan 11, 2011 11:01 pm

Olá Vivian!
Já ouvi falar mto de ti através da Sailor Moon... só coisas boas!

Excelente artigo e concordo contigo quando dizes q devemos ter um espírito aberto. Já lá dizia o meu professor de Epistemologia: "Nenhuma teoria é aceitável se não houver refutação!" Copérnico e Galileu são disso bons exemplos.

Mto obrigada pela agradável leitura. Smile
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Re: 2012 e o 13º signo

Mensagem por Sailor Moon em Qua Jan 12, 2011 11:35 am

Antes de mais obrigada pelos dois post que demostram bastante trabalho e pesquisa por parte de vocês os dois.

Eu vou ser muito sincera (alias como sou sempre), a teoria pode ter falhas e pode até ter alguma informação indevida, mas verdade seja dita que as versão antigas e principalmente a biblia não me satisfazem minimamente. Por isso é muito agradavel poder ler outras teorias, que apesar das suas falhas, ou de informação que falta ser revelada para as compreendermos totalmente, mas nos dão outras respostas que a biblia de todo não dá.
Seja como for é muito interessante este tema e acho que o devemos ver com o espirito aberto. Não o aceitar como uma verdade irrefutável, mas também não o excluir como uma autêntica barbaridade.
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Re: 2012 e o 13º signo

Mensagem por Taýr Mirellë em Qua Jan 12, 2011 1:29 pm

White :3 escreveu:Lembra-me quando eu na brincadeira (e algum pessoal aqui do fórum conhece esta hsitória) provei matematicamente e cientificamente que o Universo era um pato, a partir da função pato Y = -X que rege tudo no Universo, e que por teoria de conjuntos o "conjunto Universo" é um conjunto aberto e fechado ao mesmo tempo, etc.

Toda essa teoria do "Universo Pato" também faz perfeito sentido claro... excepto por uma coisa: y = -x não quer dizer pato! Assim como "shem" não quer dizer lança-rockets e grande parte das traduções de Sitchin também só se traduzem de tal maneira na cabeça dele.

Pronto. A partir daí, está tudo explicado xD E a tua teoria dos patos ainda consegue fazer mais sentido, acredita xD
Assim que comecei a ler a continuação (que li antes deste visto que não reparei que era uma continuação), torci tanto o nariz que fui lendo na diagonal e ignorei muita coisa que me iria fazer chorar de tanta ignorância que para ali ia. Srsly, whyyyy.............. xD
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Re: 2012 e o 13º signo

Mensagem por Lifebringer em Qua Jan 12, 2011 4:01 pm

Sailor Moon escreveu:Eu vou ser muito sincera (alias como sou sempre), a teoria pode ter falhas e pode até ter alguma informação indevida, mas verdade seja dita que as versão antigas e principalmente a biblia não me satisfazem minimamente.

Sim, sem dúvida que subscrevo o que dizes nesse aspecto. Também não acho que seja na Bíblia e antigas escrituras que se vá encontrar grandes respostas. Aliás, citando Zeitgeist, "a Bíblia é um excelente calendário astrológico" e na minha opinião pouco mais que isso se aproveitará de lá a nível de "respostas". E pessoalmente, se acho ridícula a ideia do ser humano como "ETs geneticamente manipulados" não acho que o conceito bíblico de "Adão e Eva" faça muito mais sentido.

O que acontece no meu caso é que parei de procurar em escrituras, teorias e textos porque simplesmente apercebi-me de não haver essa necessidade. Citando a MissElphie noutro tópico, "considero que devemos seguir aquilo que o nosso coração manda, acima de tudo". É interessante estudar os mistérios do mundo sem dúvida, e às vezes descobrem-se coisas bem engraçadas, mas pessoalmente não acredito no conceito de descobrir as nossas "respostas" em textos (antigos ou modernos) e teorias. Tal como disse há uns posts atrás, tenho uma perspectiva muito "à Alberto Caeiro" da coisa e sei que existindo essa tal "resposta", ainda ninguém lá chegou e portanto a melhor maneira de lá chegarmos é procurar no que está dentro de nós e aprender pela nossa própria experiência. Porque sendo sincero, se essa resposta existe e somos parte dela, então torna-se obvio que dentro de nós a poderemos encontrar.

Claro que ler e pesquisar pode sempre fazer uma pessoa pensar, e é sempre bom... mas claro que, como já referi, também é bastante perigoso devido à quantidade de má informação que há por aí, e nas quais muitas vezes (como o caso da teoria em questão) a própria informação é falseada e manipulada, e corremos o risco de caír em "desaprendizagem" e não aprendizagem se não estivermos preparados para esse tipo de coisas.
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Re: 2012 e o 13º signo

Mensagem por Fenix Dourada em Ter Jan 18, 2011 10:50 am

Life não posso deixar de concordar contigo em certos aspectos. Mas como a verdade hoje amanha ja pode não ser Smile e ha um facto que não posso deixar de referir: os primeiros 10 anos de trabalho do Sitchin eram "cientificamente" louvaveis, mas algo aconteceu depois disso. Não sei o que poderá ter sido, mas so ele saberá essas alterações que ele provocou... e enquanto não existir de facto comunidades cientificas completamente independentes dos lobbys economicos e de poder, observo sempre com muito cuidado as refutaçoes feitas por alguns. A verdade é que ninguem consegue se transportar ( pelo meno que eu saiba) para o passado para assegurar a 100% as descobertas, mas de uma coisa sei com toda a certeza: muitos arqueólogos foram banidos da comunidade cientifica e visto as suas carreiras dizimadas, por porem em causa as teorias vigentes, ou porem em causa o poder instalado.
Dai eu ter colocado o trabalho de Sitchin e a cada um pertence averiguar o que a sua sensibilidade lhe diz a respeito e aprofundar algumas das suas teorias.

Cada um aceita determinados factos, muitas vezes baseados nas suas próprias experiências, dai eu não poder entrar em discussão contigo sobre alguns pontos... dou o que tenho e deixo a cada um interpretar consoante a sua sensibilidade, visão e experiencia. Louvo as complementaridades para aprofundamento, mas o trilho é feito por cada um. O estudo so pode ser feito por si mesmo, vivido pro si mesmo.

Ainda bem que podemos contar contigo e todos os outros membros para abrir os horizontes e os temas de estudo, olhar para todas as suas vertentes, eu pessoalmente, não me vejo no que se chama "New Age" dos nossos dias, alias de facto nada tem a ver com o que de facto queria dizer quando surgiu Smile

Por curiosidade: aconselho vivamente a ler algumas passagens referidas da bibilia com outros "olhos".... acreditem ou não, aprende-se muito mesmo sobre os cultos antigos, sobre a verdadeira essência do homem.
Se preferirem os santos, aconselho muito especialmente Sao Francisco de Assis, Santo Agostinho e sobre os carismaticos Very Happy
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Re: 2012 e o 13º signo

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